MATO GROSSO

TRE-MT promove reunião para definir seções que terão urnas submetidas ao Teste de Integridade

Publicado em

A Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica (CAVE) do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) fará uma reunião com representantes partidários, advogados e advogadas, e representantes da sociedade civil organizada para definir quais seções eleitorais terão as urnas submetidas à auditoria denominada Teste de Integridade. O encontro ocorrerá no dia 17 de setembro, às 10h, na Sala de Reuniões do Tribunal, em Cuiabá.

Na ocasião, também será feito o credenciamento das entidades para acompanhar todo o processo, a definição do raio de distância para a escolha/sorteio das urnas e serão explicados mais detalhes sobre o Teste de Integridade. Neste ano, 20 urnas eletrônicas passarão pelo procedimento, em Mato Grosso, no dia 06 de outubro (1º turno das Eleições Municipais 2024).

O presidente da CAVE do TRE-MT, Juiz Alexandre Elias Filho, ressaltou, durante a primeira reunião da Comissão, realizada nesta segunda-feira (19.08), que os trabalhos de verificação da integridade da urna eletrônica são muito importantes. “É um procedimento essencial, para que não paire dúvida nenhuma em relação à integridade e a confiabilidade das urnas eletrônicas, do sistema brasileiro de votação. Então, nós fizemos essa primeira reunião para definir as próximas atividades e faremos outras, inclusive com os partidos políticos, para que a gente deixe tudo alinhado e preparado para o dia dessa verificação”.

Leia Também:  Polícia Civil deflagra operação para reprimir o tráfico de drogas na fronteira do Brasil com a Bolívia

Serão convidados os partidos políticos, as federações, as coligações, a Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério Público, o Congresso Nacional, a Controladoria-Geral da União, a Polícia Federal, a Sociedade Brasileira de Computação, o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia, o Conselho Nacional de Justiça, o Conselho Nacional do Ministério Público, o Tribunal de Contas da União, a Confederação Nacional da Indústria, demais integrantes do Sistema Indústria e entidades corporativas pertencentes ao Sistema S, entidades privadas brasileiras, sem fins lucrativos, com notória atuação em fiscalização e transparência da gestão pública, credenciadas junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE); e os departamentos de Tecnologia da Informação de universidades credenciadas junto ao TSE para, havendo interesse, indicarem representantes para acompanhar os trabalhos da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica do TRE-MT. A fiscalização poderá ser feita por entidades de âmbito estadual congêneres às citadas.

Como funciona

A cerimônia de escolha/sorteio das urnas que passarão pelo Teste de Integridade será realizada às 8 horas do dia 05 de outubro de 2024, no Plenário do TRE-MT, que fica na Avenida Historiador Rubens de Mendonça, nº 4.750, no Centro Político e Administrativo, em Cuiabá.

Já o Teste de Integridade será realizado no dia 06 de outubro (1º turno), a partir das 6h, na quadra poliesportiva do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), localizado na Rua Zulmira Canavarros, nº 95, bairro Centro, em Cuiabá. Na hipótese de ocorrer votação em segundo turno, o sorteio das urnas será realizado às 8 horas do dia 26 de outubro, e a auditoria, a partir das 6 horas do dia 27 de outubro do corrente ano, nos mesmos locais.

Leia Também:  Advogado é flagrado tentando entregar entorpecente a preso do Raio 8 da Penitenciária Central

Estas e outras informações estão disponíveis no Edital n° 1/2024/CAVE, que dispõe também sobre o convite às entidades representativas para a reunião de credenciamento do dia 17/09.

Convocação de auxiliares

A Comissão também publicou o Edital n° 2/2024/CAVE, que convoca eleitores e eleitoras para a função de auxiliares da auditoria, nos trabalhos a serem desenvolvidos no Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas, para o 1º turno das Eleições Municipais 2024, no dia 6 de outubro de 2024, no período das 6h às 16h.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto que mostram homens e mulheres, participantes da comissão, sentados em volta de uma mesa branca. Nas laterais, tem duas paredes, uma azul e uma com desenhos de folhas verdes. Na parede azul tem o quadro de uma capivara na versão tecnológica e uma TV e na outra parede, tem um sofá verde e uma planta com folhas altas no canto.

Fonte: TRE – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Polícia Civil deflagra operação para reprimir o tráfico de drogas na fronteira do Brasil com a Bolívia

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA