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TRE-MT realiza palestra virtual sobre corrupção eleitoral

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A corrupção eleitoral será tema de palestra virtual realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) no próximo dia 28, das 8h30 às 10h30. A iniciativa é da Corregedoria Regional Eleitoral (CRE), em parceria com a Escola Judiciária Eleitoral (EJE-MT).

O assunto será abordado pelo promotor de Justiça em Minas Gerais, Edson de Resende Castro, e pelo procurador regional eleitoral de Mato Grosso, Erich Raphael Masson. A palestra contará ainda com a mediação do juiz-membro do TRE-MT, Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro.

Interessados poderão acompanhar a palestra pelo canal do TRE-MT no YouTube. Clique aqui para acessar e salvar o link. 

A corregedora regional eleitoral do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, ressaltou que a palestra consta no Plano de Ação da Corregedoria para o biênio 2023-2025, em função da relevância do tema para a garantia da lisura do processo eleitoral. “A corrupção é um ato extremamente danoso em todas as esferas e, quando praticada no âmbito eleitoral, compromete sobremaneira a democracia. A Justiça Eleitoral atua não só coibindo esta prática, mas também orientando e disseminando informações que contribuam com o combate a este crime”.

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Currículos

Edson de Resende Castro é promotor de Justiça, membro auxiliar da Procuradoria-Geral Eleitoral junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), especialista em Ciências Jurídicas, foi presidente do Grupo Nacional de Coordenadores Eleitorais (GNACE) do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG) em 2020, e atua como coordenador eleitoral do Ministério Público de Minas Gerais desde 2004. É autor do livro “Curso de Direito Eleitoral”, Ed. Del Rey, 11ª edição, coautor e coordenador do livro “Lei da Ficha Limpa”, Editora EDIPRO, coautor do livro “Manual de Atuação Funcional do Ministério Público de Minas Gerais”, CEAF-MG, 2010, e coautor do livro “A Nova Campanha Eleitoral de 2020 – EC n. 107”, Editora Mizuno, 2020.

Erich Raphael Masson é procurador da República no Ministério Público Federal, titular do ofício ambiental e procurador regional eleitoral em Mato Grosso. Graduado em Direito e Ciências da Computação, é especialista em Direito e Processo Administrativo e em Redes de Computadores. Ocupou, anteriormente, as funções de auditor do Estado na Controladoria Geral do Estado (CGE-MT) e de analista no Ministério Público Estadual (MPE).

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Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro é juiz-membro do TRE-MT, juiz titular da 3ª Vara Cível de Cuiabá, especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil, e em Direito Penal e Direito Processual Penal. Possui MBA em Gestão Judiciária pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e é especialista em Direito Digital, Cyber segurança e Data Protection (2021/2022) pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem com fundo contendo formas triangulares, em tons de cinza com efeito em transparência, e uma faixa azul na parte superior com a palavra CONHECIMENTO no canto esquerdo e no direito, as marcas da EJE-MT e do TRE-MT. Logo abaixo da faixa, está escrito PALESTRA VIRTUAL – CORRUPÇÃO ELEITORAL. Mais abaixo, há fotos pequenas dos três palestrantes com os respectivos nomes e cargos e, à direita, ícones de calendário e de relógio e as respectivas informações.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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