MATO GROSSO

TRE-MT será sede do VI Colóquio de Direito Eleitoral

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) sediará o VI Colóquio de Direito Eleitoral, promovido pelo Colégio Permanente de Juristas da Justiça Eleitoral (COPEJE). O evento será realizado na próxima sexta-feira (14.04), às 8h30, no Plenário do Tribunal, em Cuiabá.

O tema deste ano, “As novas realidades da comunicação e a Justiça Eleitoral”, será abordado pelo ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e advogado, José Eduardo Rangel de Alckmin. Podem participar magistrados(as), advogados(as), promotores(as) eleitorais e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

O objetivo do colóquio é fomentar o debate na Justiça Eleitoral, resultando no aprimoramento e excelência na prestação jurisdicional, bem como no atendimento aos(às) eleitores(as). Especificamente com relação ao tema desta edição, o evento visa ainda contribuir com as ações de combate à disseminação de fake news e outras questões relacionadas às novas realidades da comunicação no âmbito eleitoral.

Além de receber os(as) participantes presencialmente, haverá transmissão do evento pelo canal do TRE-MT no YouTube.

O COPEJE

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O Colégio Permanente de Juristas da Justiça Eleitoral foi fundado em 18 de novembro de 2016, no III Encontro Nacional dos Juristas, realizado em Brasília (DF). São integrantes do colégio os membros da Justiça Eleitoral da classe jurista, nomeados nos termos do art. 199, II e art. 120, 1°, III da Constituição Federal de 1988.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem com fundo cinza claro, sobreposta pela imagem de um rio e, mais à esquerda, está escrito VI Colóquio de Direito Eleitoral do COPEJE – As novas realidades da Comunicação e a Justiça Eleitoral – Palestrante: Dr. José Eduardo Rangel de Alckmin, advogado e ex-ministro do TSE. No canto superior direito, estão as marcas do COPEJE e do TRE-MT.

Fonte: TRE – MT

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MATO GROSSO

Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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