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Trecho da Miguel Sutil é interditado por questões de segurança

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) informa que, a partir desta segunda-feira (28.7), será necessário interditar um trecho da Avenida Miguel Sutil, próximo à entrada do bairro Jardim Leblon, por medida preventiva de segurança.

A interdição ocorre na pista sentido Rodoviária–Coxipó, ao lado da obra da nova trincheira que está sendo executada no acesso à Rua Boa Vista. Com o avanço das escavações e o tráfego intenso de veículos muito próximo ao corte da nova trincheira, foram identificados indícios de movimentação do solo e do pavimento. Para evitar qualquer risco de desmoronamento, a medida de interdição foi adotada de forma emergencial.

Como ação preventiva, o consórcio responsável pela obra instalou uma estrutura de contenção provisória para reduzir a pressão sobre o terreno. Contudo, a liberação da pista dependerá da conclusão do remanejamento da rede de energia elétrica pela concessionária responsável. Essa ação é fundamental para permitir o alargamento da pista e o afastamento seguro do tráfego em relação à área escavada.

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Enquanto durar a interdição, o trânsito será desviado por rotas alternativas dentro do bairro Areão. A principal rota de desvio será pela Rua Amaral Moreira, ao lado do Ministério da Adoração para as Nações, seguindo até a Avenida Ministro Fernando Costa. Em seguida, os motoristas deverão acessar à direita a Rua Dr. Euricles Mota e sair na Rua 1, entre as Lojas G e a concessionária Gramarca.

Outra opção de desvio é o acesso pela Rua Boa Vista, ao lado da Carajás Pneus, com continuação até a Rua Ministro Fernando Costa.


Ainda não há data para o fim da interdição, que permanecerá até que seja possível retornar o trânsito com segurança.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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