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Três faccionados são presos em flagrante pela PM por tráfico de drogas

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Equipes do Grupo de Apoio (GAP) do 17º Batalhão de Polícia Militar prenderam, nesta sexta-feira (22.2), três faccionados por tráfico ilícito de drogas e apreenderam 14 porções de maconha, dois tabletes do mesmo entorpecente, além de invólucros de cocaína, em uma casa na região central de São José dos Quatro Marcos (310 km de Cuiabá).

Os policiais militares receberam informações do setor de inteligência apontando que uma residência, na Rua da Saudade, seria ponto de compra e venda de entorpecentes de uma facção criminosa no município.

Diante dos fatos, as equipes intensificaram o policiamento na região e flagraram dois homens, de frente ao imóvel, em atitude suspeita. A dupla tentou fugir da abordagem correndo para dentro da casa, mas foi detida em flagrante.

Durante abordagem, os militares flagraram com os suspeitos diversas porções de substâncias análogas à maconha e pasta base de cocaína, além de uma quantia em dinheiro em espécie.

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Questionados sobre a droga, eles confessaram que havia mais entorpecentes escondidos no interior da residência.

Em busca pelo local, os policiais flagraram um terceiro suspeito. As equipes encontraram, ainda, diversa porções de drogas espalhadas pelo imóvel, bem como alguns tabletes escondidos dentro de uma máquina de lavar roupa, além de outros materiais para embalagem dos ilícitos e duas balanças de precisão.

Os suspeitos confessaram que integram uma facção criminosa em São José dos Quatro Marcos. Em seguida, o trio e todo ilícito apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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