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Três motoristas são presos por embriaguez ao volante e 15 veículos são removidos em Cuiabá

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Três motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a 5ª edição da Operação Lei Seca de 2023, realizada na madrugada desta sexta-feira (20.01), na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), em Cuiabá.

Na ação, 37 motoristas passaram pelo teste de alcoolemia e 37 veículos foram fiscalizados, sendo que 15 carros foram removidos e 14 autuados.

A operação também resultou na confecção de 20 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Destes, quatro decorrentes de condução de veículo sob efeito de álcool; três por condução de veículo sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e 10 por condução sem registro ou não licenciado, entre outros.

Por lei, no momento do teste do bafômetro, o condutor que tiver índice de álcool no sangue superior a 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido pode preso, pagará multa, terá a CNH suspensa e responderá por crime. Quando a quantidade de álcool for abaixo de 0,33mg/l, o condutor é autuado, tem CNH retida e paga multa.

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Coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), a 5ª edição integrada contou com as forças do Batalhão de Trânsito da PM (BPMTran); Departamento Estadual de Trânsito (Detran); Corpo de Bombeiros (CBM), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil; e a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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