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Treze motoristas são presos por embriaguez ao volante em operação na Avenida do CPA

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Treze motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a 129ª edição da Operação Lei Seca, realizada na madrugada desta sexta-feira (08.12), feriado de Nossa Senhora da Conceição, em Cuiabá. A ação aconteceu na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), sob o viaduto, no bairro Aclimação.

Também foram confeccionados 70 autos de infração, 13 classificados como criminais em função do consumo de álcool.

De acordo com o relatório final da operação, foram fiscalizados 171 veículos e realizados 176 testes de alcoolemia em condutores abordados enquanto dirigiam e aqueles que se apresentaram para assumiria a direção do veículo.

A ação começou às 3h e se estendeu até o amanhecer. Dos 171 veículos fiscalizados, 49 acabaram sendo removidos, sendo 40 carros e 9 motocicletas. Entre as infrações cometidas pelos condutores, as principais são por conduzir veículo sob efeito de álcool, recusa de teste de alcoolemia, dirigir veículo sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e conduzir veículo sem registro ou não licenciado.

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A operação Lei Seca é uma ação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), órgão da da Secretaria de Segurança, realizada em parceria com o Batalhão de Trânsito (BPMTran) da Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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