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Tribunal Pleno elege novos juízes-membros substitutos do TRE-MT

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O Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) elegeu nesta quinta-feira (4) os magistrados Francisco Ney Gaíva e Glenda Moreira Borges para ocupar as vagas de juízes-membros substitutos do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), na categoria Juiz de Direito.

As vagas foram abertas em razão do término dos mandatos dos juízes Cláudio Roberto Zeni Guimarães e Gilberto Lopes Bussiki, que completaram seus respectivos biênios em 10 e 25 de agosto de 2025, respectivamente.

A eleição teve como relator o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira.

Vaga para juiz titular

Paralelamente, o TJMT publicou o Edital nº 3/2025, que trata do provimento de vaga de juiz titular do TRE-MT, também da classe Juiz de Direito. A vaga foi aberta em razão do término do biênio do magistrado Edson Dias Reis, cujo mandato se encerra em 14 de novembro de 2025.

A escolha será realizada pelo Tribunal Pleno do TJMT, de acordo com a Resolução TSE n. 20.958/2001 e o Regimento Interno do TJMT. Será eleito o magistrado que obtiver maior votação. Em caso de empate, aplicam-se os critérios previstos em lei.

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O resultado será encaminhado ao TRE-MT para homologação e demais providências administrativas.

Autoria: Comunicação/TJMT

Descrição da Imagem – A imagem mostra a fachada do prédio do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), um edifício moderno de vários andares, pintado em branco e amarelo, com janelas dispostas em linhas regulares. Em frente, há uma avenida asfaltada, com faixa de pedestres, placas de sinalização e alguns veículos em circulação, transmitindo a ideia de organização e estrutura institucional.

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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