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Unemat realiza aula inaugural do curso de segunda licenciatura em Educação Bilíngue de Surdo

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) iniciou a primeira turma de graduação em segunda licenciatura em Educação Bilingue de Surdos. A proposta é de contribuir para a formação de um futuro professor competente, crítico e criativo e com uma formação intercultural, que prime pela garantia do ensino aprendizagem da comunidade surda nas escolas de Educação Básica.

A aula inaugural foi realizada nesta sexta-feira (11.10), no Auditório Edival dos Reis, no Câmpus da Unemat, em Cáceres, com a presença da reitora, Vera Maquêa, autoridades acadêmicas, profissionais da educação especial e comunidade acadêmica.

A oferta da graduação se dá por meio do Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica (Parfor Equidade), sendo o primeiro edital do Brasil, assim como a licenciatura em Educação Bilíngue de Surdo.

Os alunos selecionados são, principalmente, professores da rede pública da educação básica e das redes de formação por alternância que já atuavam na área do curso. Nos próximos três semestres, eles cursarão 1.220 horas aula, ofertadas por meio de módulos presenciais.

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Os professores da graduação em Educação Bilingue de Surdos são, na maioria, surdos, e passaram por formação pedagógica ofertada pela coordenação do curso e pela Coordenação Institucional do Parfor Equidade e da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Proeg/Unemat).

Também foram ministradas as palestras Educação Bilingue para Crianças Surdas: Desafios e Oportunidades e Educação Bilingue de Surdos respectivamente pelos pedagogos e professores de Letras/Libras Darlene Cristina Ferreira da Silva e Hélio Domelide Ferreira, da Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso (Seduc-MT).

Darlene é surda e atua na escola especializada Centro Estadual de Atendimento e Apoio Professora Arlete Pereira Miguelette, e Hélio no Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial (Casies).

Durante a aula inaugural do curso, o Hino Nacional Brasileiro foi apresentado com interpretação em Libras produzida pela TV do Instituto Nacional de Educação de Surdos (TV Ines). E, em todos os atos do evento, foram realizadas traduções simultâneas em libras para os surdos e, em português, para os ouvintes.

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O Parfor Equidade é uma ação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), do Ministério da Educação do Governo Federal, com o objetivo de formar professores em licenciaturas específicas para atendimento das redes públicas e comunitárias que têm educação escolar indígena, quilombola, do campo, especial inclusiva e bilíngue de surdos.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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