MATO GROSSO

Unidade móvel do TRE-MT conclui mutirão em Nova Lacerda e inicia em Conquista D’Oeste

Publicado em

O eleitorado de Conquista D’Oeste (distante a 530 km Cuiabá) terá uma nova oportunidade para realizar o cadastramento biométrico, por meio da unidade móvel da Justiça Eleitoral no município. Do dia 28 (segunda-feira) até o dia 30 (quarta-feira), no horário das 8 às 17 horas, o veículo da Justiça Eleitoral Móvel (JEM) será usado no mutirão que vai oferecer serviços como alistamento, transferência e revisão. A iniciativa é resultado de uma parceria do Cartório Eleitoral da 61ª Zona Eleitoral e a Prefeitura Municipal.

O veículo adesivado na cor azul ficará estacionado em frente ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), localizado na Rua das Laranjeiras, 1.660 – Bairro Centro. Para esta ação, o Município vai disponibilizar um coletivo para buscar e levar eleitores que vivem em regiões próximas à área urbana, em comunidades rurais como Santa Clara, São José e Sararé.

O mesmo coletivo também vai atender estudantes da Escola Estadual “Conquista D’Oeste”, na zona rural no município, no transporte de alunos dos 15 aos 17 anos, que estão nos Ensinos Fundamental e Médio, para o primeiro título. Nessa faixa etária, o voto é facultativo. Segundo o chefe em substituição do Cartório Eleitoral da 61ª Zona Eleitoral, Walter Figueirêdo Costa Neto, para esse mutirão serão levados seis kits biométricos e servidores da Justiça Eleitoral e da Prefeitura Municipal.

Leia Também:  Polícia Civil incinera meia tonelada de drogas apreendidas em Comodoro

Cada kit eleitoral é formado por computador portátil, scanner para coleta da biometria, câmera digital, pad para assinatura e cases para cenário e para o transporte de equipamentos. Os kits são padronizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  Em Conquista D’Oeste o eleitorado apto a votar é formado por 3.203 pessoas, sendo que 2.169 já fizeram a biometria, o correspondente a 67,84%, enquanto 1.028 (32,16%) ainda estão sem a identificação biométrica.

Nova Lacerda

Nesta sexta-feira (25), a unidade móvel da Justiça Eleitoral concluiu um mutirão de três dias de trabalho, visando o cadastramento biométrico no município de Nova Lacerda, vizinho a Conquista D’Oeste. Na cidade, o balanço parcial do cartório eleitoral indica que foram realizados 128 agendamentos, sendo 40 alistamentos, 38 transferências em 50 revisões. Os trabalhos começaram na quarta-feira (23)

O juiz eleitoral da 61ª Zona Eleitoral, Ricardo Garcia Maziero, acompanhou os trabalhos, auxiliou no atendimento e conversou com eleitores. “A apoio da Justiça Eleitoral Móvel é uma forma de auxiliar os mutirões nos municípios para que o eleitor ou a eleitora tenha a oportunidade de fazer o cadastramento biométrico sem precisar de grandes deslocamentos”, destacou o magistrado.

Em Nova Lacerda, a unidade móvel ficou estacionada em frente ao CRAS no município, situado na rua 16 de Julho, 815, Centro. Na cidade, o eleitorado apto a votar é composto por 4.790 eleitores, sendo que 3.468 (72,40%) já possuem o cadastramento biométrico, enquanto 1.322 (27,60%) ainda não possuem a biometria cadastrada.

Leia Também:  Ager realiza audiência pública em Lucas do Rio Verde com participação ativa da população

Biometria 100%

A presença do ônibus do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) compõe estratégia da campanha Biometria 100%, coordenada pela Corregedoria Regional Eleitoral (CRE), de ampliar a identificação biométrica de eleitores na Capital e interior do Estado em no mínimo 98%.

A biometria adotada pela Justiça Eleitoral representa um avanço tecnológico, pois fortalece a segurança, a confiabilidade e a inclusão no processo de votação. Ela impede a duplicidade no cadastro, assegura a autenticidade do eleitor, garante agilidade na identificação do eleitor de forma rápida e automática, reduz filas, otimiza o tempo para o exercício do voto, promove a acessibilidade e a inclusão, além de aumentar a confiabilidade no resultado das eleições. 

Jornalista Anderson Pinho

#PraTodosVerem – A imagem mostra o interior de uma unidade móvel da Justiça Eleitoral. Ao centro, o juiz eleitoral trajando terno azul posa sorridente para a foto, ao lado de um servidor com camisa preta e calça jeans. À direita, uma família indígena composta por um homem, uma mulher com uma criança no colo, está sentada, durante um atendimento. O ambiente é equipado com computadores, iluminação e divisórias, típico de um posto de cadastramento biométrico com emissão de documentos.

Fonte: TRE – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Ager realiza audiência pública em Lucas do Rio Verde com participação ativa da população

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA