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Vacinação contra febre aftosa é prorrogada e prazo termina em 17 de dezembro

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A vacinação contra a febre aftosa foi prorrogada em todo país. Agora, os produtores rurais têm até o dia 17 de dezembro para vacinar o rebanho em Mato Grosso e comunicar ao Indea até 26 de dezembro.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) avisou aos Estados sobre a decisão na sexta-feira (25.11). O motivo da alteração das datas se deve à liberação tardia de lotes da vacina para o mercado, o que gerou desabastecimento nos locais que comercializam o produto.

Até este domingo (27.11), 29,3 milhões de doses da vacina contra a febre aftosa foram comercializadas em Mato Grosso pelas 514 revendas licenciadas no Estado. A estimativa é de que haja necessidade de cerca de 4 milhões de doses para serem comercializadas e aplicadas em todo o rebanho bovino e bubalino.

Conforme o coordenador de Defesa Sanitária Animal do Indea, Felipe Peixoto, algumas regiões atrasaram a vacinação não apenas pela falta de dose, mas por falta de chuvas, como na região Araguaia.

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“O regime de chuvas atrasado gerou estiagem na região do Araguaia, afetando a condição corporal do rebanho que precisa ser manejado e vacinado”, explicou.

Novos prazos

Felipe destaca que esta não é primeira vez que o prazo de vacinação é prorrogado ou que há desabastecimento de vacina, mas que todas as etapas vêm ocorrendo de forma satisfatória, com índices de vacinação superiores a 99% e com a situação normalizada. Para ele, esta será mais uma etapa de grande sucesso, com comprometimento do produtor rural junto ao serviço veterinário oficial.

“Mais do que vacinar, é necessário que o produtor comunique a vacinação até o dia 26 de dezembro, seja pelo Módulo do Produtor, no site do Indea, ou em qualquer unidade do Indea, seja na capital ou no interior”.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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