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Vigia Mais MT auxilia na prisão de dois foragidos da Justiça em Cuiabá e Várzea Grande

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O programa Vigia Mais MT auxiliou no cumprimento de dois mandados de prisão em aberto nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, por meio do uso da tecnologia de leitura automática de placas veiculares integrada aos sistemas de segurança pública.

Nesta sexta-feira (23.1), em Várzea Grande, um veículo identificado pelas câmeras do sistema trafegava pela região da Ponte Nova, no sentido Várzea Grande – Cuiabá, quando a leitura automática de placas indicou vínculo com mandado de prisão em aberto. A informação foi imediatamente repassada às equipes do 10º Batalhão da Polícia Militar (BPM), que realizaram a abordagem nas proximidades da rotatória do bairro Cidade Verde e deram cumprimento à ordem judicial.

Em ocorrência anterior, na segunda-feira (20), em Cuiabá, outro veículo foi localizado pelo sistema de videomonitoramento ao passar por um ponto de leitura automática de placas na Ponte Sérgio Motta. A partir da checagem nos bancos de dados da segurança pública, equipes do 1º (BPM) realizaram a abordagem na Avenida Fernando Corrêa, em frente a um estabelecimento comercial, e encaminharam o condutor e o veículo à Delegacia de Polícia.

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Os suspeitos foram detidos e conduzidos à Delegacia de Polícia, juntamente com os veículos, onde permaneceram à disposição da Justiça.

As ações demonstram a eficiência do programa Vigia Mais MT, que alia tecnologia e integração entre câmeras de vigilância e sistemas operacionais para ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança no cumprimento de mandados judiciais e na localização de foragidos da Justiça.

O Vigia Mais MT

Até o momento, 130 municípios aderiram ao Vigia Mais MT, e 19.900 câmeras foram entregues. Desse total, 15.900 estão em operação no Ciosp (Centro Integrado de Operações de Segurança Pública), enquanto as demais se encontram em fase de instalação.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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