POLÍCIA

Força-tarefa apura denúncias de exercício ilegal da profissão e venda de medicamentos contrabandeados em drogarias

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor,Procon Municipal e a Vigilância Sanitária de Cuiabá montaram uma força-tarefa para apurar denúncias de que drogarias funcionariam sem um farmacêutico responsável, comercializando medicamentos falsificados ou importados de forma ilegal.

Em um dos alvos fiscalizados nesta semana, os policiais civis e fiscais descobriram, nos fundos de um pet shop, uma passagem secreta iluminada e sem portas que dá acesso ao interior de uma farmácia que fica no imóvel ao lado. Segundo a denúncia, o proprietário do pet shop também seria o dono da farmácia, que permanece sempre fechada, porém, quando algum cliente procura o suspeito, ele acessa a farmácia pela passagem secreta e vende o medicamento desejado pelo consumidor.

Durante a operação conjunta, os policiais civis e ficais municipais fiscalizaram outra farmácia, suspeita de comercializar medicamentos falsificados. Segundo a denúncia do laboratório farmacêutico responsável por dois medicamentos que estão com suspeita de falsificação ou de terem sido importados ilegalmente, os produtos tiveram os registros cancelados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão proibidos de serem importados e comercializados no Brasil.

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No local da denúncia, não foram encontradas caixas dos medicamentos com suspeita de falsificação ou de contrabando. Contudo, a equipe apreendeu uma nota fiscal onde está discriminada a venda de 30 caixas dos dois medicamentos para um órgão público, pelo valor de R$ 89.700,00. A aquisição dos medicamentos foi determinada após decisão judicial para atender a uma paciente da cidade de Lucas do Rio Verde.

As investigações continuam e a Polícia Civil quer apreender amostra dos medicamentos para perícia. Também foi encaminhado ofício aos órgãos públicos que adquiriram os medicamentos para esclarecer as circunstâncias da compra e o destino dado aos produtos.

Se for comprovada a comercialização dolosa de medicamentos falsificados ou sem registro na Anvisa, os envolvidos responderão por crime contra a saúde pública, com pena de prisão de até 15 anos e multa.

Fonte: PJC MT

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Polícia Militar prende faccionado com arma de fogo em Cáceres

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Policiais militares do 6º Comando Regional prenderam um homem faccionado, de 19 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite desta terça-feira (9.6), em Cáceres. Com o criminoso, a PM apreendeu um revólver de calibre .38 e 11 munições para o armamento.

Durante execução da Operação Território Livre, as equipes policiais se deslocaram ao bairro Jardim Padre Paulo, onde receberam denúncias sobre um suposto ponto de venda de entorpecentes. Em monitoramento ao local, os militares flagraram um homem na frente de uma casa, recebendo uma arma de fogo em mãos.

Os policiais fizeram aproximação para abordar o homem e ele fugiu correndo para dentro da casa. O suspeito foi seguido e detido no interior do imóvel. Nas buscas pela casa, a PM encontrou cinco munições de calibre .38 em cima de um armário.

Questionado sobre a arma, o homem disse que jogou o objeto sobre o guarda-roupas. No local indicado, os militares encontraram a arma, que estava municiada e carregada com mais seis munições.

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Diante do flagrante, o suspeito recebeu voz de prisão e foi levado para a delegacia de Cáceres para registro da ocorrência e demais procedimentos pertinentes ao caso.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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