A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis concluiu nesta quarta-feira (07.06) o inquérito policial que apurou o homicídio de um ex-presidiário, morto na rodoviária da cidade no início do mês de abril, e procura pelo terceiro autor do crime.
A delegada Karla Peixoto representou pela conversão das prisões temporárias em preventivas. Dois criminosos estão presos desde o início de maio.
Crime
Na tarde do dia 08 de abril, Wemerson Moreira da Silva, de 27 anos, foi alvejado dentro do terminal rodoviário de Rondonópolis enquanto aguardava um ônibus para o estado de São Paulo. Ele havia recém-saído da Penitenciária da Mata Grande.
Um homem foi em sua direção e passou a efetuar os disparos, na área aberta da rodoviária, onde havia várias pessoas aguardando viagem. A vítima ainda conseguiu correr por alguns quarteirões, no entanto foi novamente surpreendida pelo atirador e foi morta sem que tivesse qualquer chance de defesa.
Apuração
As investigações da DHPP tiveram início imediatamente após o registro do crime. A equipe policial identificou o atirador e outros dois suspeitos que conduziram os veículos utilizados na ação criminosa.
A DHPP representou pela prisão temporária dos três investigados e ainda por mandados de busca e apreensão em seis residências, que foram cumpridos no dia 10 de maio. O terceiro envolvido no homicídio, Ian da Silva Dias, é procurado pela Polícia Civil.
A DHPP continua com diligências para identificar o quarto envolvido no crime, que dirigiu o veículo com os criminosos até a rodoviária.
Conforme a investigação, os elementos reunidos no inquérito apontam que a vítima foi morta por determinação de uma facção criminosa.
Em cumprimento à legislação eleitoral, o Governo de Mato Grosso suspende, a partir deste sábado (4.7), a exibição das notícias institucionais publicadas no Portal do Governo, bem como todo o conteúdo de fotografias e produções audiovisuais.
A medida atende às restrições previstas no artigo 73 da Lei Federal nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), que disciplina a publicidade institucional nos três meses que antecedem o pleito. E, se aplica também às redes sociais do Estado.
Durante esse período, serão veiculados exclusivamente conteúdos de relevância ou de utilidade pública.
A Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) seguirá com seu papel institucional de atender à imprensa e fornecer informações nesse período.
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