A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Alto Taquari, deflagrou na manhã desta sexta-feira (17.03) a Operação Parabellum com o cumprimento de 24 ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão, contra investigados por tráfico e associação para o tráfico cometidos por uma facção criminosa que atua na região.
Ao todo estão sendo cumpridos 14 mandados de prisão temporária e 10 busca e apreensão domiciliar contra alvos no município de Alto Taquari.
As diligências iniciaram no final do ano passado para apurar crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, e culminou na identificação de suspeitos, alguns presos em unidades do Sistema Penitenciário, e outros integrantes que circulavam livremente na região cometendo diversos crimes.
Conforme a investigação da Delegacia de Alto Taquari, o grupo era bem estruturado e ordenado, com divisão de tarefas entre seus integrantes, e responsável por grande parte das ocorrências praticadas no município.
Durante monitoramento da associação, a Polícia Civil conseguiu mapear o funcionamento, com a identificação dos membros e as respectivas funções. As principais características dentro do grupo eram hierarquia, organização pré-definida com disciplina e gerências, fluxo financeiro com pagamento de mensalidades, taxa sob o tráfico de droga, extorsão de empresários, entre outros.
Diante das indícios e provas, o delegado Artur Almeida representou pelos mandados judiciais, expedidos pelo juízo da Vara Única da Comarca de Alto Taquari e com parecer favorável do Ministério Público Estadual.
A operação “Parabellum” contou com a participação de 40 policiais civis das Delegacias de Pedra Preta, Guiratinga, Alto Garças, Alto Araguaia e 1ª Delegacia e DEDM de Rondonópolis.
Um homem, envolvido no furto de fios de cobre na madrugada desta terça-feira (6.10), no bairro Santa Rosa, na Capital, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá.
Com o suspeito, de 33 anos, os policiais encontraram uma grande quantidade de ferramentas, equipamentos e materiais elétricos, parte deles reconhecida por vítimas de outros furtos registrados na cidade. Ele foi autuado em flagrante por furto qualificado.
Assim que tomaram conhecimento do furto ocorrido na madrugada, os policiais da Derf Cuiabá iniciaram as investigações e analisaram imagens de câmeras de segurança da região. As gravações revelaram que os suspeitos utilizaram um carro elétrico de cor branca, sem placa, no momento do furto.
A partir dessas características e do trabalho de inteligência policial, a equipe identificou o veículo e chegou a uma residência no bairro Altos do Coxipó. No local, os investigadores flagraram o veículo deixando o imóvel, momento em que realizaram a abordagem.
Durante a ação, os policiais visualizaram um martelete rompedor e, no interior da residência, localizaram diversos equipamentos e materiais em um dos quartos, como furadeiras, lixadeiras, serras circulares, serra mármore, marteletes, compressor de ar, rolos de fios elétricos, extensões, alicates, mochilas com ferramentas, um carregador de carro elétrico e aparelhos celulares.
Questionado, o suspeito confessou a participação no furto e admitiu envolvimento em crimes anteriores, indicando ainda dois comparsas, que teriam participado da ação criminosa e são investigados pela Derf.
Diante das evidências, todo o material foi apreendido e levado para a delegacia, onde vítimas reconheceram parte dos itens como produto do furto ocorrido na madrugada desta terça-feira, além de bens subtraídos em furtos registrados nos meses de junho e setembro deste ano. Após as formalidades legais, os bens reconhecidos serão restituídos aos proprietários.
Após ser interrogado pelo delegado Hugo Abdon Lima, o suspeito foi autuado em flagrante por furto qualificado pelo concurso de pessoas e pelo rompimento de obstáculo, além da qualificadora específica para a subtração de fios, cabos e equipamentos utilizados no fornecimento de energia elétrica, introduzida no Código Penal pela Lei nº 15.181/2025, que prevê pena de reclusão de dois a oito anos e multa.
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