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Ouvidoria da Polícia Civil de MT é premiada com Selo de Ouvidoria e Transparência 2024

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A Ouvidoria Especializada da Polícia Civil foi agraciada com o Selo de Ouvidoria e Transparência 2024, categoria prata. A premiação foi concedia pelo mérito de desempenho em critérios relacionados à transparência ativa e passiva e à atuação das ouvidorias.

O reconhecimento “Selo de Ouvidoria e Transparência 2024” foi entregue durante cerimônia realizada na quarta-feira (02.4), no 2º Encontro de Ouvidoria e Transparência, bem como faz parte das ações do Programa Integridade Pública do Estado.

A iniciativa é do Governo de Mato Grosso, por meio da Controladoria Geral do Estado (CGE). Ao todo 25 órgãos e entidades do Executivo estadual foram destaque pela transparência, participação social e qualidade dos serviços públicos prestados.

A análise que determinou a premiação considerou 68 itens que avaliaram diferentes aspectos da transparência pública, como acessibilidade de informações, transparência na folha de pagamento e gestão fiscal, funcionamento do serviço de informação ao cidadão, disponibilização de dados institucionais prioritários e outros, os quais, são embasados em legislações vigentes e boas práticas nacionais, incluindo o modelo de Maturidade em Ouvidoria Pública, o Programa Nacional de Transparência Pública e a Avaliação da Transparência Internacional.

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Conforme o ouvidor da Polícia Civil, delegado Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, os órgãos públicos foram avaliados e premiados nas categorias Bronze, Prata, Ouro e Diamante. “De forma inédita a Ouvidoria Especializada de Polícia Civil recebeu a congratulação na categoria Prata, que reflete no compromisso da instituição com a transparência e eficiência diante da gestão pública”, destacou o ouvidor Fernando Vasco.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende professor de música e ex-companheira por estupro de vulnéravel e armazenamento de pornografia infantil

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Um professor de música e sua ex-companheira envolvidos em crimes graves de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, utilizando os próprios filhos da suspeita, foram presos em trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, realizado na última semana, no município de Campo Verde.

O suspeito, de 38 anos, foi preso em flagrante na última quarta-feira (15.4), após ser flagrada na companhia de uma menor de 14 anos, que estava desaparecida no município de Jaciara. Já sua ex-companheira, de 32 anos, teve o mandado de prisão preventiva cumprido na sexta-feira (17), por envolvimento nos atos praticados contra os próprios filhos.

Com a prisão do suspeito outras vítimas possam aparecer, uma vez que o professor trabalhou em instituições no município de Jaciara e Nova Brasilândia.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Campo Verde, iniciaram após a Polícia Civil ser acionada pela Polícia Militar, sobre uma mulher que estaria supostamente sendo ameaçada por uma facção criminosa atuante em Campo Verde a praticar atos sexuais com seus próprios filhos, um menino de 11 anos e uma menina de 9 anos.

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Segundo as informações, as ameaças também a obrigavam permitir que seu ex-companheiro praticasse atos sexuais com sua filha e registrasse os abusos em vídeo.

Com base nas informações passadas e elementos reunidos, foi levantada a hipótese que o autor das mensagens seria o professor de música, ex-companheiro da mãe das crianças.

Prisões

Diante das evidências, a equipe da Polícia Militar iniciou as buscas, conseguindo localizar o suspeito que se encontrava em companhia de uma ex-aluna, menor de idade, sendo revelado que o investigado mantinha um relacionamento com a adolescente desde que ela tinha 13 anos. A menor era considerada desaparecida, desde de dezembro de 2025, quando o professor de música se retirou de Jaciara com sua aluna, sem a permissão de seus familiares.

Com o avanço das investigações, foi confirmado que era ele quem enviava as imagens para a ex-companheira exigindo a confecção do material de pornografia infantil e outras condutas envolvendo a investigada e as crianças.

Com base nas investigações, foi representado pela prisão preventiva da investigada, pelos crimes de estupro de vulnerável e produção/registro de pornografia infantil, cometido contra seus próprios filhos. O mandado foi deferido pela Justiça e cumprido, na tarde de sexta-feira (17), pela equipe de investigadores da Delegacia de Campo Verde.

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Segundo o delegado responsável pelas investigações, Gabriel Conrado, na residência do professor, foram apreendidos medicamentos para disfunção erétil, entre outros, três aparelhos celulares e dois computadores que foram encaminhados à Perícia Técnica, que poderão auxiliar o avanço das investigações.

“A Polícia Civil segue com as investigações e trabalha com a linha de investigação de que o suspeito possa estare inserido em uma organização criminosa voltada para a prática de crimes sexuais de crianças/adolescentes, bem como com a comercialização/distribuição dos materiais pornográficos envolvendo menores de idade”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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