Dois homens foram presos e quatro adolescentes apreendidos por equipes do 6º Batalhão da Polícia Militar pelos crimes de formação de quadrilha e porte ilegal de arma, nesta sexta-feira (12.01), em Cáceres. Na ação, foram apreendidas três armas de fogo e munições.
A equipe do 6º BPM recebeu informações sobre a chegada de membros de uma organização criminosa, que estariam na cidade para cometer crimes contra integrantes de facções rivais. Segundo as denúncias, a quadrilha estava reunida em uma residência, no bairro Vila Real.
Em patrulhamento pelo bairro, os militares encontraram um homem em atitude suspeita na frente de uma casa, carregando uma arma de fogo. Ao notar a aproximação dos policiais, o homem entrou no local e foi acompanhado pelos militares.
Dentro da residência, dois suspeitos apontaram armas para os policiais e foram presos e, em vistoria aos outros cômodos do imóvel, mais quatro pessoas foram encontradas escondidas com uma arma de fogo.
Ao todo, foram apreendidos três revólveres e diversas munições para o armamento. Na casa, também foi encontrada uma porção de maconha e de ácido bórico para a fabricação de cocaína.
Os suspeitos foram conduzidos para o Cisc de Cáceres.
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação “Locus Defecit”, para cumprir quatro ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos em diversas ações criminosas na região de Cáceres e de exaltar grupo criminoso nas redes sociais.
Na operação, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cáceres, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado do município (Draco/Cáceres).
As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá, incluindo a Penitenciária Central do Estado (PCE), já que um dos investigados se encontrava preso por tráfico de drogas.
O cumprimento dos mandados contou com o apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) e da Equipe Alfa da Penitenciária Central do Estado.
As investigações apontaram que os faccionados estão envolvidos com o tráfico de drogas em Cáceres e também atuavam como “missionários”, ostentando armas de fogo, drogas e valores em espécie por meio de redes sociais, com mensagens de exaltação ao grupo criminoso, inseridas em um contexto de confronto com uma facção criminosa rival.
Um dos alvos foi localizado e preso em um bar onde residia, na cidade de Cuiabá, enquanto o outro teve o mandado cumprido na PCE, onde já se encontrava recolhido.
Conforme o delegado Fabrício Alencar, responsável pela operação, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação.
Nome da operação
O nome da operação, que significa “localização falhou”, faz referência a algumas publicações que os investigados faziam para demonstrar que não seriam localizados em investigações.
Operação Pharus
A Operação “Locus Defecit” integra a Operação Pharus. Em 2026, a Polícia Civil iniciou ações do planejamento estratégico no âmbito da Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para “farol”, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
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