Mais uma grande quantidade de drogas, entre maconha e pinos de cocaína, foram apreendidos pela Polícia Civil, na sexta-feira (30.06), durante continuidade das diligências da Operação Dissimulare, deflagrada pela Delegacia de Tapurah (433 km a médio-norte de Cuiabá).
A operação, deflagrada na quinta-feira (29), tem como foco o combate ao tráfico de drogas instalado na região, e contou com o apoio da Delegacia Regional de Nova Mutum e da Delegacia de Lucas do Rio Verde. No dia da deflagração, oito pessoas foram presas, sendo apreendidos cerca de 800 pinos de cocaína, diversas porções de maconha, a quantia de R$ 3 mil em dinheiro, além de outros apetrechos relacionados ao tráfico.
Em continuidade às diligências, na tarde de sexta-feira (30), os policiais da Delegacia de Tapurah realizaram diligências em um terreno baldio ao lado de uma das residências alvo do mandado de busca e apreensão, onde um casal foi preso em flagrante com diversos materiais de origem ilícita.
No local, os investigadores localizaram mais dois tabletes e meio de maconha e uma lata de achocolatado com 153 pinos de cocaína. O material ilícito estava acondicionado em uma sacola plástica e submersos em um monte de folhas.
Desta forma, o material foi apreendido sendo ao flagrante lavrado na quinta-feira (29), em que o proprietário da casa e sua namorada foram autuados por tráfico de drogas e associação ao tráfico.
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, nesta quarta-feira (24.6), seis mandados de busca e apreensão domiciliar em apoio a uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Paraná que investiga um grupo de estelionatários. As ordens judiciais foram cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Rondonópolis e Jangada.
Os mandados, decretados pelo Poder Judiciário do Estado do Paraná, foram cumpridos pelas equipes da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, de forma simultânea, nos endereços-alvo situados nas três cidades mato-grossenses.
As investigações da Delegacia de Estelionato de Curitiba (PR) seguem avançando sobre uma quadrilha especializada no chamado “golpe do falso exame”, aplicado contra familiares de pacientes de hospitais.
No golpe, os criminosos entram em contato com familiares logo após a realização de exames ou procedimentos médicos, utilizando informações reais dos pacientes para dar credibilidade à fraude. Durante a ligação, eles alegam a necessidade de pagamento urgente de valores para liberação de exames, medicamentos ou procedimentos, induzindo as vítimas a realizarem transferências bancárias.
A Polícia Civil do Paraná identificou uma rede estruturada, com integrantes responsáveis por receber os valores das vítimas e outros encarregados de movimentar e pulverizar o dinheiro entre diversas contas, na tentativa de dificultar o rastreamento. A análise financeira revelou uma movimentação de centenas de milhares de reais vinculada ao grupo criminoso.
Com base nos elementos reunidos, a Polícia Civil do Paraná requereu medidas cautelares contra os envolvidos, buscando interromper a atuação da quadrilha e identificar todos os participantes do esquema.
As investigações continuam para apurar novas vítimas e a origem do vazamento das informações utilizadas pelos criminosos.
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