POLÍCIA

Polícia Civil conclui investigação das agressões de alunos contra colega em escola de Alto Araguaia

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A Polícia Civil concluiu, nesta terça-feira (5.8), a investigação que apurava o espancamento praticado por quatro menores contra uma colega, ocorrido em uma escola estadual, em Alto Araguaia, nesta segunda-feira (4.8).

Diante das provas colhidas, o delegado responsável pela condução da investigação, Marcos Paulo Batista de Oliveira, sugeriu a internação das adolescentes pelos atos infracionais análogos aos crimes de tortura e integração de organização criminosa, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que foi acolhido pela 1ª Vara de Alto Araguaia, nesta quarta-feira (6.8).

Com a decisão foram expedidos mandados de busca e apreensão para cumprimento da medida socioeducativa de internação das três adolescentes envolvidas.

A quarta menor envolvida, por ter apenas 11 anos na data do fato, houve o impedimento legal para aplicação de medida socioeducativa de internação, nos termos do ECA.

Investigação

Em razão da gravidade dos fatos, policiais da Delegacia de Alto Araguaia iniciaram a investigação logo após tomarem conhecimento da ação registrada no vídeo. O fato teve repercussão e indignação social, em virtude da agressividade apresentada pelas menores.

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De imediato, foram identificadas as quatro menores, entre idades de 11 e 14, suspeitas de agredir brutalmente outra colega, uma menor de 12 anos, sem qualquer possibilidade de defesa.

No decorrer da investigação, foi apurado que as agressoras mantinham entre si um grupo organizado, com atribuições e regras internas semelhantes a uma organização criminosa e que a vítima teria sido castigada por, supostamente, descumprir uma dessas regras.

Segundo a investigação, durante a sessão de violência, a menina ainda foi obrigada a não chorar, sob pena de sofrer mais agressões.

Cerca de dez pessoas foram ouvidas, incluindo as adolescentes, pais, direção da escola e a própria vítima. Em depoimento, as menores confessaram as agressões e relataram que outras quatro alunas também já haviam sido espancadas por descumprirem as regras do grupo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação e prende empresário e gestora em flagrante por “gato” em energia elétrica

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (23.6), a Operação Gateiro, para apurar o desvio de energia elétrica, popularmente conhecido como “gato”, em Várzea Grande. Durante a operação, um empresário, de 53 anos, e a gestora de um Centro de Recuperação para Dependentes Químicos acabaram presos em flagrante.

A princípio, a operação, realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG), visava cumprir um mandado judicial de busca e apreensão domiciliar em Cuiabá em desfavor de um técnico eletricista, de 54 anos, apontado como o responsável por instalar um esquema de desvio de energia elétrica em uma empresa do ramo de carnes localizada em Várzea Grande.

O mandado judicial, expedido pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, foi um desdobramento da Operação Curto-Circuito, deflagrada em 2025, que revelou um esquema de fraudes em medidores de energia elétrica em estabelecimentos comerciais da região metropolitana de Várzea Grande.

Durante a busca, os policiais realizaram uma varredura na residência do suspeito e apreenderam o aparelho celular dele, material que passará a compor os autos do inquérito policial em andamento e poderá subsidiar novas linhas de investigação.

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Na sequência das diligências, a equipe da DEE-VG deu continuidade às ações fiscalizatórias, em conjunto com a Energisa e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), voltadas à apuração de eventuais fraudes em medidores de energia elétrica em empresas do segmento de distribuição de bebidas, restaurantes e em uma casa de recuperação de dependentes químicos da região.

Em um dos estabelecimentos, um restaurante no bairro Jardim Eldorado, a equipe da DEE-VG, acompanhada do delegado Ruy Guilherme Peral, flagrou um medidor de energia elétrica fraudado. Diante disso, o proprietário do local, de 53 anos, foi preso em flagrante por estelionato.

Também foi localizado um medidor de energia com fraude em um centro de recuperação para dependentes químicos no bairro Capão do Pequi. A gestora e tesoureira da ONG, de 44 anos, foi presa em flagrante. Os dois presos nesta terça-feira são reincidentes no crime de estelionato por fraude de energia elétrica.

“A Operação Gateiro é um desdobramento natural e técnico das investigações iniciadas na Operação Curto-Circuito. Identificar e responsabilizar aqueles que implementam as estruturas físicas das fraudes é fundamental para desarticular por completo esses esquemas criminosos que causam prejuízo milionário às distribuidoras de energia e, em última análise, a toda a sociedade”, afirmou o delegado Ruy Guilherme Peral, coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG.

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As diligências fiscalizatórias seguem em andamento. Novos desdobramentos serão informados à medida que as apurações avançarem.

O nome da operação, Gateiro, faz alusão à denominação atribuída, popularmente, ao técnico que implementa “gatos” na rede elétrica.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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