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Polícia Civil de MT cumpre mandado de busca contra advogada investigada por estelionato

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou na quinta-feira (24.4), a Operação Espólio, para cumprimento de mandado de busca e apreensão contra uma advogada na cidade de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, investigada por desviar cerca de R$ 1 milhão de uma vítima de Cuiabá.

A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, apura o envolvimento da advogada do Estado de MS, em crime de estelionato. As diligências iniciaram em 2024, e no decorrer dos atos foram identificadas evidências e materialidade de autoria delitiva.

O trabalho operacional para cumprimento da ordem judicial realizado em Campo Grande, contou com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Furtos e Roubos de Veículos (DEFURV).

Conforme o delegado que atualmente preside a investigação, Vinícius Nazário, a advogada é investigada pela suspeita de solicitar transferências bancárias de valores que, supostamente, seriam para cobrir despesas pessoais de uma viúva idosa e atinentes aos encargos do espólio.

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“Os indícios apontam que parte significativa desses valores foi desviada pela suspeita, que obteve vantagem ilícita e indevida, mediante o uso de artifícios fraudulentos para justificar os gastos para a vítima, filho da viúva, morador da cidade de Cuiabá. Após o falecimento da viúva, o filho constatou novas irregularidades praticadas pela advogada”, disse o delegado.

Após cumprimento da busca realizada no endereço alvo em Campo Grande, a Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, dará andamento nas diligências e conclusão do inquérito policial.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil celebra com história de dedicação de servidor aposentado

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Nascido em 15 de agosto de 1936, o investigador aposentado Antônio Assunção da Silva se prepara para completar 90 anos. Uma vida longa — e, em grande parte, dedicada a servir, vestindo a missão da Polícia Civil de Mato Grosso, em uma trajetória marcada por coragem, disciplina e amor ao que fazia.

Mais do que números, sua história é feita de vínculos: oito filhos, 16 netos e oito tataranetos — uma família construída ao longo dos anos, lado a lado com a profissão que escolheu.

Conhecido como “cana dura”, pela postura firme e leal, seu Antônio fala do passado com brilho nos olhos. As lembranças vêm carregadas de um tempo em que, segundo ele, o respeito era parte da rotina. “Era um tempo muito bom. Eu gostava muito do meu trabalho. Naquele tempo, o sujeito (o infrator) respeitava a gente”, diz, com a serenidade de quem viveu intensamente cada momento.

Entre tantas histórias, uma permanece viva na memória: o dia em que entrou sozinho na casa de um magistrado, em Juína, diante de um pistoleiro armado. “Eu entrei com a arma longa e falei: ‘é a polícia, você está preso’. E ele se entregou. Aí algemei e coloquei ele na veraneio (modelo das viaturas da época)”, recorda. Um episódio que resume bem o tipo de policial que foi: firme, direto e destemido.

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Natural de Poconé, seu Antônio construiu sua carreira em diferentes cidades de Mato Grosso — Cuiabá, Colíder, Peixoto de Azevedo, Sinop e Guarantã do Norte — até fixar raízes em Juína, onde também encerrou sua trajetória profissional, em 2003. Durante essa trajetória foi condecorado diversas vezes em razão do comprometimento com a instituição.

Mas a aposentadoria não o afastou daquilo que sempre fez parte de sua vida. Hoje, morando no complexo habitacional anexo à Delegacia de Juína, ele segue presente. Caminha pelos corredores, conversa com os policiais da ativa e compartilha histórias que atravessam gerações.

Ali, entre colegas e lembranças, onde é comumente chamado apenas por “Assunção”, ele ganhou um novo nome — talvez o mais simbólico de todos: “Lenda Viva”, por conta dos seus feitos, talentos e proezas notáveis, que o tornou uma pessoa icônica na instituição.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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