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Polícia Civil prende investigado por roubo em floricultura em Cuiabá

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A Polícia Civil cumpriu, nessa quarta-feira (7.10), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 38 anos, investigado por um roubo praticado contra uma floricultura situada no bairro Centro-Norte, na Capital.

O crime ocorreu na madrugada do dia 14 de julho, por volta das 4h45. Conforme as investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Cuiabá, o suspeito arrombou a porta principal do estabelecimento, quebrando o vidro, rompendo os cadeados e forçando os trincos de segurança.

O alarme despertou o vigia que passava a noite no estabelecimento. Ao sair para verificar o que havia ocorrido, ele foi rendido pelo investigado na calçada e obrigado a retornar para o interior da loja.

Durante a ação, o suspeito ameaçou a vítima de morte, empunhando uma faca e simulando portar uma arma de fogo sob as roupas. Sob ameaça, o funcionário foi obrigado a indicar onde estavam o dinheiro, os celulares e os notebooks.

O autor subtraiu dois aparelhos celulares pertencentes à empresa, com os respectivos carregadores, e fugiu em seguida. O prejuízo total, somados os bens levados e os danos causados ao imóvel, foi avaliado em R$ 3.500.

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A investigação da Derf teve como ponto de partida a análise das imagens das câmeras de segurança do estabelecimento. Com base nas características físicas do autor, os investigadores fizeram consultas aos registros policiais e confrontaram as imagens, chegando à identificação do suspeito. A descrição fornecida pela vítima também foi compatível com os elementos reunidos durante a apuração.

O levantamento revelou que o investigado possui extensa trajetória criminal, com registros por furto e roubo desde 2010, incluindo duas ocorrências por furto registradas neste ano, em abril e junho, pouco antes do crime contra a floricultura.

Com base no conjunto de elementos reunidos no inquérito policial, a Derf Cuiabá representou pela prisão preventiva do suspeito, medida deferida pelo Poder Judiciário.

Segundo o delegado Hugo Abdon, a prisão interrompe a atuação de um autor reiterado de crimes patrimoniais na região central da Capital.

“O investigado demonstrou disposição para escalar a violência, passando do furto ao roubo mediante grave ameaça com faca contra um trabalhador. A identificação só foi possível graças ao trabalho minucioso de análise de imagens realizado pela equipe e à colaboração da vítima”, destacou.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende mulher investigada por vender sua conta para receber dinheiro de golpes

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (7.10), em Várzea Grande, uma mulher de 23 anos, suspeita de ter cedido sua conta bancária para receber valores obtidos mediante fraude aplicada contra um idoso no município de Macapá (AP).

As investigações tiveram início após a vítima, um homem de 61 anos, procurar a Polícia Civil do Amapá para registrar um boletim de ocorrência e informar que foi induzida a efetuar um Pix de R$ 14 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social, negócio que se revelou fraudulento.

Como o valor foi transferido para a conta bancária em nome de uma mulher moradora de Várzea Grande, a Polícia Civil do Amapá entrou em contato com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso, que encaminhou o caso para a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande.

A partir de investigações e diligências contínuas e ininterruptas, as equipes conseguiram localizar a suspeita e efetuar a prisão em flagrante nesta quarta-feira, no bairro Jardim dos Estados.

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Em depoimento, ela confessou ter vendido os dados da própria conta bancária por R$ 400 a um indivíduo que anunciava, em seu perfil no Instagram, a compra de contas bancárias de terceiros.

A conduta está tipificada no artigo 171, § 2º-A, inciso VII, do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, gratuita ou onerosamente, conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou dela provenientes.

A suspeita não teve fiança arbitrada e aguarda a realização da audiência de custódia.

O delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, reforçou que a venda ou cessão de contas bancárias a terceiros para receber valores ilícitos é crime. “Você pode se tornar investigado por fraudes das quais sequer participou diretamente, mesmo sem intenção de lesar a vítima final”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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