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Polícia Civil realiza 360 oitivas em mutirão para cumprimento de cartas precatórias

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A Polícia Civil de Mato Grosso realizou, no mês de maio, quinze dias de mutirão para cumprimento de cartas precatórias relacionadas a crimes de estelionato, concluindo os trabalhos com a realização de 360 interrogatório e termos de declaração realizados.

O trabalho, coordenado pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), iniciou no dia 19 de maio e foram concluídos nesta sexta-feira (6.6), com o envio dos trabalhos aos estados de origem.

Carta precatória é um instrumento legal que executa a ordem de serviço de uma circunscrição judiciária em outra, possibilitando a realização de demandas como oitivas e interrogatórios entre diferentes estados do País.

O mutirão busca diminuir o número de cartas precatórias recebidas pela Gepol e principalmente possibilitar a conclusão dos inquéritos policiais em trâmite nos demais Estados da Federação a fim de responsabilizar os autores do crime de estelionato.

Os trabalhos foram realizados pelos próprios servidores da Gepol e após o mutirão, a Polinter dá sequência nas atividades de devoluções das cartas cumpridas, comunicando as respectivas comarcas de outros estados.

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A delegada titular da Polinter, Sílvia Maria Pauluzi de Siqueira, destacou o objetivo alcançado a fim de reduzir o passivo de cartas precatórias da delegacia, bem como agradeceu o empenho e comprometimento dos servidores envolvidos na ação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta terça-feira (16.6), a Operação Falso 9, para cumprimento de ordens judiciais contra investigados por extorsão na modalidade conhecida como “sextorsão” praticados contra uma influenciadora digital do interior de Mato Grosso.

Na operação são cumpridas cinco ordens judiciais, dentre eles, um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de quebra de sigilo telemático. Os mandados são cumpridos nos municípios de Juína e Castanheira.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), apontam que os suspeitos utilizavam identidades falsas em aplicativos de mensagens, se passando por um jogador de futebol famoso, para estabelecer contato com a vítima, uma influenciadora digital e modelo do interior do Estado.

Após conquistarem a confiança da vítima, os criminosos obtiveram imagens privadas e passaram a exigir dinheiro, chegando a cobrar R$ 20 mil para não divulgar o conteúdo. Sob intensa pressão psicológica, a vítima chegou a realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 4 mil.

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Durante as investigações, foi possível identificar o principal responsável pelas extorsões, morador de Juína e outros possíveis envolvidos no município de Castanheira.

Com base nos elementos produzidos durante a investigação, que apontaram a atuação coordenada dos suspeitos na prática do crime de extorsão, o delegado da DRCI, Guilherme Campomar da Rocha, representou pelas ordens judiciais, que foram deferidas pela Justiça. “A operação tem como objetivo reunir novos elementos de prova, interromper a prática criminosa e evitar a revitimização da vítima”, disse o delegado.

As investigações prosseguem para elucidação de todos os fatos e a identificação de outros possíveis vítimas e envolvidos.

Nome da operação

O nome da operação “Falso 9” faz referência ao principal artifício empregado pelos criminosos, que se passavam por um jogador de futebol para criar um vínculo de confiança com a vítima e, posteriormente, praticar a extorsão mediante ameaça de divulgação de imagens íntimas.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, para combate à atuação de grupos criminosos envolvidos em diferentes crimes em todo estado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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