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Apaes de Mato Grosso ficam isentas da Taxa de Segurança Contra Incêndio

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As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) de Mato Grosso estão oficialmente isentas do pagamento da Taxa de Segurança Contra Incêndio, a Tacin. A medida foi confirmada após a Assembleia Legislativa derrubar o veto do Governo do Estado ao projeto que garante o benefício às instituições.

A derrubada do veto ocorreu durante sessão plenária realizada nesta semana, quando os deputados analisaram 36 vetos do Executivo a projetos aprovados pelo Parlamento estadual. O veto ao projeto das Apaes foi o único a alcançar o número mínimo de votos necessário para ser rejeitado. Todos os demais foram mantidos.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, destacou o empenho dos parlamentares e a mobilização em torno da proposta.

Além da análise dos vetos, os deputados também apreciaram projetos de lei e aprovaram a redação final da proposta que prorroga a vigência do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal de Mato Grosso até 30 de junho de 2029.

Os parlamentares ainda aprovaram um Projeto de Lei Complementar encaminhado pelo Poder Executivo que amplia em dois anos a idade-limite de permanência dos militares da reserva.

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Outra proposta enviada pelo governo, relacionada à Agência Estadual de Regulação, recebeu um substitutivo integral. Segundo a Assembleia, o texto original continha dispositivos que restringiam prerrogativas do Poder Legislativo.

O presidente Max Russi comentou a iniciativa e defendeu a manutenção das atribuições constitucionais do Parlamento estadual.

Confira a matéria completa no áudio abaixo.

Fonte: ALMT – MT

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CPI da Saúde questiona decisão que dispensou depoimentos de investigados

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga possíveis irregularidades na Secretaria de Estado de Saúde (SES) na época da Pandemia, deveria ouvir os depoimentos dos médicos e empresários Luiz Gustavo Castilho Ivoglo, Osmar Gabriel Schemin e Priscila Parreira Duarte de Menezes em reunião realizada nesta quarta-feira (24). Mas os membros da CPI foram surpreendidos com uma decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), assinada pelo desembargador Marcos Machado, dando salvo conduto a todos os citados na investigação das compras possivelmente irregulares. Com isso, os convocados não compareceram na oitiva.

O deputado Wilson Santos, que preside a Comissão, afirmou que vai pedir um embargo de declaração ao TJMT, uma vez que não houve conhecimento do desembargador de que os citados eram testemunhas ou investigados, por isso será feito o pedido de reconsideração.

Confira a matéria completa do Adão de Oliveira no áudio abaixo.

Fonte: ALMT – MT

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