O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), nesta sexta-feira (14), comemorou que suas indicações parlamentares foram atendidas pelo Governo do Estado em uma ação em prol da Educação e Agricultura Familiar.
Diego foi à Arena Pantanal para participar do evento de oficialização desses investimentos e avaliou que o momento representou “um dia histórico” de investimentos, o que demonstra competência do Executivo.
“Hoje é um dia histórico para Mato Grosso. A entrega de cartões, maquinários e a melhoria de estradas vicinais. Mais do que isso, também há a entrega de 23 creches que cuidarão das nossas crianças. Isso mostra a competência e seriedade do governo estadual. É o dinheiro da população voltando, afinal de contas, é para isso que os impostos são recolhidos: para devolver qualidade de vida”, avaliou.
O parlamentar afirmou que as entregas, articuladas entre Poder Executivo e Poder Legislativo, não “podem parar”, pois representam as demandas da população conforme o crescimento econômico.
“São muitas entregas, não podem parar, porque Mato Grosso não para de crescer. Para acompanhar o crescimento e necessidades das mais variadas alas da economia, as entregas são importantes e vão ocorrer até o último dia de mandato, afinal de contas, não fomos eleitos para trabalhar apenas um ou dois anos”, disse.
“As demandas são cotidianas. Recebemos pedidos todos os dias. Quando tratamos da Agricultura Familiar, temos um solo extremamente fértil com o povo trabalhador. As demandas crescem e temos que corresponder com trabalho e entrega”, completou.
A cerimônia contou com a presença do governador Mauro Mendes (União), da primeira-dama Virginia Mendes, do presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), da secretária de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, e demais lideranças estaduais.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou três sessões ordinárias, nesta quarta-feira (15), para a limpeza da pauta. Dentre os projetos aprovados, o destaque para o projeto de lei 370/26, da Mensagem do governo 57/26, que altera dispositivos da Lei 10.523/17 e atualiza regras do Programa SER Família, com foco na ampliação do alcance e maior efetividade da política social.
Essa proposta promove mudanças estruturais com o objetivo de ampliar o alcance e aumentar a efetividade da política social. Entre as principais alterações, conforme a justificativa do governo, está a atualização do critério de renda, que passa a ser de até R$ 218 por pessoa, alinhando o programa estadual aos parâmetros do Bolsa Família.
Outro ponto relevante é a ampliação do prazo máximo de permanência no programa, que passa de 12 para 24 meses, garantindo maior estabilidade às famílias em situação de vulnerabilidade social.
O projeto também moderniza as regras de bloqueio e cancelamento do benefício, que passam a considerar o número de recargas não utilizadas, tornando o sistema mais proporcional e compatível com a dinâmica dos pagamentos.
Na área da educação, a proposta estabelece a obrigatoriedade de frequência escolar para crianças a partir dos 4 anos e permite a matrícula em instituições privadas quando houver concessão de bolsa integral. O texto ainda prevê garantias específicas para mulheres vítimas de violência doméstica e povos tradicionais.
Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Conduzidas pelo deputado Júlio Campos (União), outros projetos movimentaram as sessões. Entre as matérias aprovadas, também está o projeto de lei 438/2026, encaminhado pela Mensagem 68/2026 do governo, que altera a Lei 12.082/2023. A proposta trata das normas para contratação de artistas, músicos e locutores por meio de parcerias e convênios financiados com recursos públicos para realização de eventos em Mato Grosso.
Os deputados aprovaram ainda o projeto de lei 1995/2025, de autoria do deputado Dr. João, que altera a Lei 12.599/2024, responsável por instituir a carteira de identificação para pessoas com fibromialgia no estado.
Também foi aprovado o projeto de lei nº 853/2024, de autoria do deputado Sebastião Rezende, que torna obrigatória a instalação de sistema silencioso de vigilância eletrônica, conhecido como “botão de pânico”, em empresas concessionárias ou permissionárias do transporte público intermunicipal de passageiros.
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