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‘Autoconhecimento com foco na transformação pessoal’ é tema de palestra no Teatro Zulmira nesta quarta

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A palestrante Sirlei Theis traz ao palco do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, nesta quarta-feira (23), a palestra “Supere-se: o caminho do autoconhecimento”, conteúdo já apresentado a mais de 50 mil pessoas em dezenas de municípios brasileiros. Trata-se de uma jornada motivacional para despertar nas pessoas o protagonismo da própria vida. Será às 19h30 e o ingresso custa R$ 39,90 e dois quilos de alimentos não perecíveis.

Os ingressos estão sendo vendidos pelo link https://www.sympla.com.br/evento/supere-se-o-caminho-do-autoconhecimento/2099508 e os alimentos podem ser entregues diretamente na portaria do teatro. As doações serão destinadas às instituições filantrópicas cadastradas pela Assembleia Social (Superintendência de Integração, Cidadania e Cultura da Assembleia Legislativa de Mato Grosso), gestora do espaço cultural da ALMT e apoiadora do evento.

Sirlei Theis é treinadora comportamental sistêmica, consteladora familiar, mentora de mulheres e escritora do livro “Juntas somos mais fortes”. Ela desenvolveu o método Supere-se, com o objetivo de ajudar outras pessoas. Apesar de ser conhecida por motivar mulheres, a palestra desta quarta-feira é aberta a todos os interessados, a partir de uma abordagem abrangente, focada na empatia.

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Segundo a palestrante, o “Supere-se” é uma jornada que promove um despertar da consciência sobre a própria existência, fornecendo as ferramentas necessárias para desbloquear o inconsciente e ativar o potencial individual. “É para quem deseja […] se conhecer melhor, identificar os padrões familiares, padrões sistêmicos que você pode estar honrando inconscientemente e, por consequência, isso refletir nos seus relacionamentos afetivos na sua vida profissional e financeira. […] Ela traz como pano de fundo a questão da violência no ambiente doméstico, como impacta na nossa vida, as consequências e como sair de relacionamentos abusivos”, contextualiza.

Para isso, explica Sirlei, haverá exercícios e vivências, “onde a pessoa já vai poder dar o primeiro passo pra começar essa mudança interior. Porque se a gente não sabe quem é, se a gente não sabe para onde quer ir, às vezes, a nossa vida fica travada”.

“Eu já assisti a diversas palestras da Sirlei e posso garantir que ela sabe tocar em nossas mentes para nos fazer refletir e mergulhar dentro de nós. Sei que cada um da plateia será impactado de alguma forma e encontrará a bússola para trilhar novos caminhos”, comentou a diretora do Teatro Zulmira Canavarros e superintendente da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

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Quem quiser conhecer o trabalho da palestrante Sirlei Theis pode acessar o Instagram @sirleitheis ou assistir aos vídeos motivacionais pelo canal no Youtube https://www.youtube.com/sirleitheis. Mais informações, pelo telefone (65) 99643-7472.

Serviço
Palestra “Supere-se: o caminho do autoconhecimento”
Data: Quarta-feira (23/08), às 19h30
Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (anexo à ALMT)
Ingressos: R$ 39,90 + 2kg de alimentos não perecíveis (a serem entregues na portaria no dia do evento)
Vendas on-line: https://www.sympla.com.br/evento/supere-se-o-caminho-do-autoconhecimento/2099508
Informações: 65 99643-7472

Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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