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Botelho reforça apoio à cultura popular durante Festival de Siriri e Cururu

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Feira de Economia Criativa e Solidária dos Quintais Cuiabanos, com 20 expositores. O projeto é realizado pelo Instituto Brasil e viabilizado por meio de patrocínios via Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91).

Feira de Economia Criativa e Solidária dos Quintais Cuiabanos, com 20 expositores. O projeto é realizado pelo Instituto Brasil e viabilizado por meio de patrocínios via Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91).

Foto: VANDERSON FERRAZ SANTOS

O deputado Eduardo Botelho (MDB), participou, na noite de sexta-feira (08), da 17ª edição do Festival de Siriri e Cururu, realizado na Arena Pantanal, em Cuiabá, reforçando o apoio às manifestações culturais tradicionais de Mato Grosso. O parlamentar destacou a importância de preservar e fortalecer tradições que representam a história, a identidade e as raízes do povo mato-grossense.

Realizado entre os dias 7 e 10 de maio, o festival reuniu grupos folclóricos de diversas regiões de Mato Grosso, mantendo viva as manifestações culturais centenárias por meio do siriri, dança típica marcada pelo ritmo e animação, e do cururu, expressão musical tradicional da cultura pantaneira.

Durante a solenidade, Botelho ressaltou que apoiar iniciativas culturais é contribuir diretamente para a valorização da história e das tradições do Estado.

“Quero parabenizar todos vocês que cultivam a nossa arte e lutam diariamente para manter viva a história da nossa cultura. Para mim, é uma satisfação muito grande apoiar eventos como esse, porque isso aqui representa a nossa história. Não é apenas dança ou música, é a identidade e as raízes do nosso povo”, afirmou.

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O deputado também relembrou sua ligação familiar com as tradições culturais do Estado.

“Meu pai era cantador de Cururu. Eu cresci ouvindo Cururu e acompanhando o Siriri. Então, ver essa tradição sendo valorizada é muito especial. Isso representa a nossa vida, a nossa alma. Precisamos respeitar e levar essa cultura para as próximas gerações, mantendo viva a história de Cuiabá, dos nossos pais, avós e de todo o nosso povo”, ressaltou.

Além das apresentações culturais, o festival teve desfile dos grupos participantes, atrações especiais e a Feira de Economia Criativa e Solidária dos Quintais Cuiabanos, com 20 expositores. O projeto é realizado pelo Instituto Brasil e viabilizado por meio de patrocínios via Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91).

Ao longo dos quatro dias de programação, o evento reuniu grupos tradicionais da Baixada Cuiabana e do interior do estado, representando municípios como Barão de Melgaço, Cuiabá, Cáceres, Chapada dos Guimarães, Nossa Senhora do Livramento, Sapezal, Santo Antônio de Leverger e Várzea Grande.

Entre os grupos participantes estão Vitória Régia, Bacuri Livramentense, É Bem Mato Grosso, São Gonçalo Beira Rio, Siriri Elétrico, Tradição Cuiabana do Coxipó, Flor Serrana, Flor do Atalaia, Raízes Cuiabanas, Flor do Campo, Voa Tuiuiú, Primos e Primas e Patucha – Panorama Turístico Cultural Chapadense.

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A coordenadora do escritório estadual do Ministério da Cultura em Mato Grosso, Lígia Viana da Silva, destacou a relevância do festival para o fortalecimento da cultura popular e da identidade regional.

“Da nossa ministra Margareth Menezes e do nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebemos sempre o incentivo para valorizar a cultura popular. O Cururu e o Siriri representam um espaço muito importante de articulação cultural, que alimenta aquilo que é essencial para nós, que são as nossas almas”, afirmou.

Representando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Mato Grosso, Fernanda Araújo ressaltou a importância da preservação do patrimônio cultural ligado ao Cururu e ao Siriri.

“É fundamental reconhecer a importância da viola, dos mestres, músicos, dançarinos e dançarinas que mantêm viva essa tradição de geração em geração”, destacou.

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, David Moura, também agradeceu o apoio do deputado ao festival.

“O Siriri e o Cururu representam muito mais do que dança e música. Eles carregam a história, a identidade e as raízes do nosso povo cuiabano e de toda a Baixada Cuiabana”, afirmou.

Ao encerrar sua participação, Botelho parabenizou os grupos culturais, artesãos, produtores da agricultura familiar e o público presente na Arena Pantanal.

“Parabéns a todos que vieram cantar, dançar, expor seus produtos e prestigiar essa festa. E um agradecimento especial ao público, porque quem está aqui demonstra que valoriza e reconhece a importância da nossa cultura popular”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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Comissão de Fiscalização reforça controle das contas públicas

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No primeiro semestre de 2026, a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária (CFAEO) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) analisou 67 proposições, realizou 11 reuniões e promoveu quatro audiências públicas.

A CFAEO exerce papel estratégico no processo legislativo, especialmente na análise de proposições relacionadas às finanças públicas, arrecadação, despesas, dívida pública, contratos e instrumentos de planejamento do estado.

Entre as 67 proposições encaminhadas à comissão no primeiro semestre estão 39 projetos de lei; 11 emendas a projetos de lei; nove substitutivos integrais; seis projetos de lei complementares; e dois projetos de resolução.

Além da análise das proposições, a comissão realizou 11 reuniões, sendo uma de instalação e posse dos membros, uma ordinária e nove extraordinárias, para apreciação de matérias, análise de pareceres, deliberação sobre proposições e acompanhamento de demandas relacionadas à execução orçamentária e financeira de Mato Grosso.

A atuação da comissão também foi marcada pela realização de quatro audiências públicas, destinadas à apresentação das metas fiscais pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e das metas físicas e do Relatório Anual de Gestão (RAG) referente ao segundo exercício do Plano Plurianual (PPA) 2024/2027 pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag).

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As audiências públicas integram os mecanismos de transparência da ALMT e permitem que informações sobre receitas, despesas, metas e resultados sejam apresentadas e debatidas com a sociedade.

Audiência pública para apresentação das metas físicas referentes ao 2º semestre de 2025, realizada em maio.

Audiência pública para apresentação das metas físicas referentes ao 2º semestre de 2025, realizada em maio.

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O relatório registra ainda a aprovação de quatro Leis Ordinárias, uma Lei Complementar e duas Resoluções. Entre as normas de destaque, está a Lei nº 13.346/2026, que autoriza o Poder Executivo a conceder financiamento à Associação dos Camelôs do Shopping Popular.

Outro resultado relevante foi a Lei nº 13.467/2026, que alterou a legislação do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal de Mato Grosso (FEEF/MT) e prorrogou a vigência em caráter transitório. Conforme destacado no relatório, a medida contribui para assegurar a continuidade da destinação de recursos à saúde pública até o início da vigência da Reforma Tributária Nacional.

A comissão também concentrou esforços para melhorias à área social. O relatório destaca a derrubada do Veto Total nº 32/2026, aposto ao projeto que concede isenção da Taxa de Segurança Contra Incêndio (TACIN) à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) em Mato Grosso (Lei nº 13.491/2026).

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Além da análise de proposições, a CFAEO acompanhou as contas públicas, os instrumentos de planejamento e a execução orçamentária de Mato Grosso. “Tivemos mais um semestre bastante produtivo. Para o segundo semestre, temos as audiências públicas das peças orçamentárias, tanto da LDO quanto da LOA, e também das Metas Físicas e Metas Fiscais, conforme cronograma de audiência pública da Assembleia”, disse o consultor do Núcleo Econômico, Ricardo Araújo de Andrade.

Para o calendário do segundo semestre, já estão previstas as seguintes atividades:

24/09 – Audiência pública de apresentação das Metas Fiscais – Sefaz, referente ao 2º quadrimestre de 2026, às 14h.

15/10 – Audiência pública de apresentação das Metas Físicas – Seplag, referente ao 1º semestre de 2026, às 9h e às 14h.

12/11 – Lei Orçamentária Anual, às 14h.

Fonte: ALMT – MT

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