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Comissão de Saúde quer ouvir hospitais regionais sobre atraso nos repasses de recursos do estado

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A Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa de Mato Grosso discutiu, durante reunião ordinária realizada na manhã de hoje (26), o comprometimento dos atendimentos na Santa Casa de Misericórdia e Maternidade de Rondonópolis e no Hospital Santo Antônio, em Sinop, por atraso nos repasses de recursos do estado.

De acordo com o presidente da Comissão de Saúde, deputado Lúdio Cabral (PT), a comissão vai ouvir os representantes das instituições para entender melhor a situação financeira e cobrar respostas do Estado. “Vamos convidar os diretores da Santa Casa, que apresenta uma dívida de mais de vinte e seis milhões, e do hospital Santo Antônio, que anunciou a suspensão no atendimento para que possam vir aqui explicar o que está acontecendo”, explicou o presidente.

Segundo ele, o grupo vai convocar também representante da Secretaria de Saúde do Estado para explicar o atraso no repasse. “Precisamos esclarecer o porquê desses débitos e o risco que isso traz para o atendimento à população da região sul e da região norte de Mato Grosso estado”, defendeu o parlamentar.

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A comissão discutiu também a finalização dos requerimentos referentes à oitiva realizada no último dia 19, com a interventora municipal de saúde de Cuiabá, Daniella Carmona.  Segundo ele, os documentos serão protocolados na próxima sessão. “Ao todo, são sete requerimentos com detalhamento de informações e documentos que precisaremos da intervenção para responder às questões levantadas na denúncia”, adiantou o presidente.

A próxima reunião está marcada para o dia 3 de outubro.

Fonte: ALMT – MT

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Mato Grosso proíbe visitas íntimas a condenados por feminicídio, estupro e pedofilia

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O Governo de Mato Grosso sancionou a Lei nº 13.283, de 14 de abril de 2026, que proíbe a realização de visitas íntimas para condenados por crimes de feminicídio, estupro e pedofilia, desde que haja sentença transitada em julgado. A norma, de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), foi publicada em edição extra do Diário Oficial e já está em vigor.

A nova legislação estabelece que a vedação se aplica exclusivamente aos detentos com condenação definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso judicial. A medida não interfere nas visitas sociais, que continuam sendo permitidas nos termos da Lei de Execução Penal. De acordo com o texto, considera-se visita íntima aquela realizada fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores do sistema prisional, em ambiente reservado e sem a presença de terceiros.

A proposta busca reforçar o caráter punitivo e pedagógico da pena, além de contribuir para a segurança dentro das unidades prisionais. Entre os pontos elencados na justificativa do projeto estão os riscos associados à prática, como a entrada de objetos ilícitos, a disseminação de doenças e a facilitação de atividades criminosas no interior dos presídios.

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) destacou que a sanção da lei, logo nos primeiros dias à frente do Executivo estadual, sinaliza o direcionamento da atual gestão no enfrentamento à criminalidade e no fortalecimento das políticas de segurança pública.

“A sanção desta lei reafirma o compromisso do Estado com o enfrentamento firme à violência e com a proteção da sociedade, especialmente das mulheres e das crianças. Estamos tratando de crimes graves, que exigem respostas claras do poder público. Essa medida também contribui para o fortalecimento da disciplina e da segurança no sistema penitenciário de Mato Grosso”, pontuou.

Autor da proposta, o deputado Eduardo Botelho avaliou que a iniciativa representa um avanço no enfrentamento à violência e na responsabilização de condenados por crimes graves.

“A visita íntima não é um direito absoluto do apenado. Estamos tratando de crimes extremamente graves, que violam direitos fundamentais, especialmente de mulheres e crianças. Essa medida fortalece o caráter punitivo da pena e corrige uma distorção, ao impedir que condenados por esse tipo de crime tenham acesso a um benefício que não condiz com a gravidade dos atos praticados”, argumentou o parlamentar.

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Botelho acrescentou que a sanção da lei consolida o compromisso do Estado de Mato Grosso com o enfrentamento à violência e a adoção de medidas que ampliem a segurança e a efetividade do sistema prisional. O deputado ainda ressaltou que a legislação está alinhada a práticas adotadas em outros países e respeita a competência dos estados para regulamentar o sistema penitenciário, sem interferir na estrutura do Poder Executivo.

Fonte: ALMT – MT

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