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Coro Experimental MT apresenta novo show nesta quinta-feira (6), no Teatro Zulmira Canavarros

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Espetáculo Studio 90, de 2021

Foto: Karen Malagoli

Fadas, anjos, estrelas, a lua e tantos outros seres dos sonhos humanos inspiram o novo show do Coro Experimental MT (CEMT), que abre a temporada 2024 nesta quinta-feira (6), no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. O espetáculo “Sonho que se Canta Junto” será às 20 horas e os ingressos estão sendo vendidos pela plataforma Sympla (https://abrir.link/XRuwt). Há opção de meia solidária, com a doação de um quilo de alimento não perecível.

O roteiro escrito por Jefferson Neves – maestro que divide a direção artística do CEMT com Tuanny Godoi, é um convite para uma viagem em que pessoas comuns contracenam com criaturas do reino dos sonhos. As cenas acontecem ao som de canções como “Sonho Meu”, “Lua soberana” e “Noite Severina”, tudo embalado em arranjos originais do próprio maestro.

“Desde sua estreia há sete anos, o CEMT traz como característica a criatividade e a inovação, sem abrir mão da nossa paixão pelo canto coral”, registra Jefferson Neves. “Nossa intenção não é apenas apresentar um espetáculo de canto coral! É fazer teatro, utilizando os elementos cênicos para potencializar a experiência da plateia”, contextualiza o maestro.

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“Sonho que se Canta Junto” questiona o que é sonho e o que é realidade e recorre à estética surrealista de Salvador Dali na criação de cenário e figurinos. O cenário do espetáculo foi concebido sob a coordenação da artista visual Rosylene Pinto (integrante do naipe dos sopranos) e os figurinos foram criados sob supervisão do fashionista e designer Luiz Pita (integrante do naipe dos baixos).

Vítor Falcão, outro representante dos baixos, recém-formado pela MT Escola de Teatro, idealizou o projeto de iluminação. Como de hábito, os próprios coralistas participam da confecção do cenário e a arte do material de divulgação foi desenvolvida por Nara Selva, que também integrou o CEMT.

O grupo de canto coral tem produção independente e conta com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel/MT), que cede o salão do Palácio da Instrução para ensaios, e da Assembleia Social e do Teatro Zulmira Canavarros, como “palco-casa”.

“O Coro Experimental MT é um grupo de resistência, que apresenta toda a riqueza musical de Mato Grosso em uníssono, como é a própria relação dos integrantes. E cada novo espetáculo apresenta muita beleza na composição, no cenário, em como nos envolve. E é por isso que as portas do Teatro Zulmira estão sempre abertas aos coralistas e ao público! Estamos esperando todos vocês!”, convida a superintendente da Assembleia Social e diretora do teatro, Dani Paula Oliveira.

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Mais informações: @coroexperimentalmt no Instagram.

Serviço

Espetáculo “Sonho que se Canta Junto”, com o Coro Experimental MT

Data: Quinta-feira (06), às 20h

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (anexo à ALMT)

Ingressos: Inteira R$ 40,00, meia R$ 20,00, meia solidária R$ 20,00 + 1kg de alimento não perecível

Vendas no link: https://abrir.link/XRuwt

Mais informações: @coroexperimentalmt

* Com assessoria de imprensa do Coro Experimental MT


Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Telefone: (65) 3313-6876


Fonte: ALMT – MT

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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