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Deputado Dr. João apoia Mutirão de Cirurgias de Urologia e Ortopedia para ampliar acesso à saúde

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O Teatro Zulmira Canavarros, anexo à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), sediou, na noite de terça-feira (15), a cerimônia de abertura oficial do Mutirão de Cirurgias Ortopédicas e Urológicas do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). A iniciativa, que conta com o apoio do Parlamento Estadual, foi presidida pelo primeiro-secretário da ALMT, deputado Dr. João (MDB), e reuniu autoridades como o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, reforçando o compromisso conjunto com a ampliação do acesso à saúde pública na capital.

Também participaram da solenidade as secretárias municipais de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena, e de Várzea Grande, Deisi de Cássia Bocalon Maia; a vereadora Michelly Alencar, presidente da Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Cuiabá; o juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, da Vara da Saúde do Poder Judiciário de Mato Grosso; além de representantes da área da saúde e demais lideranças políticas e institucionais.

“Quero parabenizar este mutirão, uma ação que mostra o compromisso da prefeitura de Cuiabá, mas, acima de tudo, o trabalho excepcional dos profissionais do Hospital Municipal de Cuiabá. Trata-se de uma equipe muito dedicada que merece nosso reconhecimento”, destacou Dr. João.

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O prefeito Abílio Brunini elogiou os esforços dos profissionais de saúde para o êxito do projeto. “Esse mutirão é um exemplo vivo da importância do trabalho árduo e dedicado dos nossos profissionais, que fazem a diferença na vida de tantas pessoas. Agradeço a todos que se empenharam para tornar isso realidade”, afirmou.

Foto: JLSIQUEIRA/ALMT

A secretária de Saúde de Cuiabá, Lúcia Helena, agradeceu o apoio do deputado para a concretização da ação. “Agradeço ao deputado Dr. João por estar aqui conosco, dando esse suporte fundamental. Este mutirão é essencial para levar saúde de qualidade à população, especialmente em um momento de tanta demanda”, declarou, reforçando a relevância da iniciativa.

O mutirão irá oferecer cirurgias de urologia e ortopedia para diversos pacientes que enfrentam anos de espera.

A participação do deputado Dr. João reforça o compromisso em apoiar iniciativas que melhorem a qualidade de vida da população mato-grossense, enquanto a discussão sobre a Santa Casa segue como prioridade em sua agenda.

Defesa ao não fechamento da Santa Casa – A vereadora Michelly Alencar também parabenizou a realização do mutirão e ressaltou a atuação do deputado Dr. João na defesa da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá. “Este evento representa uma vitória para a saúde pública, e quero reconhecer a luta incansável do deputado, especialmente em prol da manutenção da Santa Casa, que enfrenta risco de fechamento desde a abertura do Hospital Central”, afirmou.

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A Santa Casa enfrenta incertezas devido à transferência de serviços para o novo hospital, questão que tem mobilizado os parlamentares. Dr. João reforçou seu posicionamento em defesa da manutenção da unidade hospitalar. “Eu sigo na luta para que a Santa Casa não feche. Recentemente, uma criança que esperava há dias por uma UTI foi transferida para lá e conseguiu o atendimento que precisava. Essa unidade é vital, e não podemos perdê-la”, relatou, destacando a importância da preservação do hospital.

Honrarias – Durante o evento, o deputado também aproveitou para entregar moções de aplausos para os profissionais de saúde, como forma de reconhecimento pelo excelente serviço prestado à população de Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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Audiência pública discute caminhos para fortalecer economia indígena em MT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) discutiu economia indígena e caminhos para fortalecer a autonomia dos povos originários no estado em audiência pública na tarde desta quarta-feira (15). O debate foi proposto pela deputada estadual em exercício Eliane Xunakalo (PT).

Na avaliação da parlamentar, é importante entender melhor a realidade econômica nas aldeias. “A ideia de discutir a economia indígena é para que possamos trazer propostas e levá-las ao poder executivo. Há uma ausência de políticas, talvez por não compreenderem quais são as nossas necessidades”, afirmou.

Eliane ressaltou que a economia indígena é diversa e envolve diferentes cadeias produtivas. “Temos a economia de subsistência, a agricultura familiar, onde se vende o excedente, e também povos que trabalham com monocultura. Precisamos entender essa dinâmica para apoiar desde a produção até a comercialização”, explicou.

Durante a audiência, lideranças e representantes de instituições também apontaram desafios como falta de assistência técnica, dificuldades logísticas e acesso limitado a mercados. O coordenador da Operação Amazônia Nativa (Opan), Ivar Busatto, destacou que o cenário atual exige novas estratégias. “As formas tradicionais de sustento continuam importantes, mas hoje não bastam sozinhas para garantir qualidade de vida. É fundamental investir em educação e em uma assistência técnica forte, que respeite a diversidade de cada povo”, disse.

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Ele reforçou ainda a importância de garantir a segurança alimentar e avançar na geração de renda. “A produção tradicional responde por grande parte das necessidades básicas. A partir disso, é preciso pensar na comercialização do excedente, com apoio à logística, feiras e até ao turismo”, pontuou.

Foto: Helder Faria

Conforme destacado durante a discussão, os povos indígenas atualmente precisam de renda para adquirir itens que não produzem, acessar serviços essenciais como saúde, educação e transporte, e enfrentar as mudanças ambientais e pressões externas que impactam seus territórios. “As mudanças climáticas têm impactado nossas plantações, com períodos de seca e chuva desregulados, o que dificulta o trabalho nas roças. Já tivemos situações em que a mandioca acabou cozinhando na própria terra por causa do calor”, relatou Suyani Terena. Ela é vice-presidente de um projeto que tem fortalecido a agricultura familiar, com protagonismo feminino na Aldeia Enawenê-Nawê, em Sapezal.

A experiência no local demonstra que o apoio faz diferença, uma vez que contam com assistência da Empaer em parceria com o município. “Trabalhamos com foco nas mulheres e na segurança alimentar. Hoje temos cerca de 30 mulheres atuando diariamente na terra, produzindo alimentos como mandioca, macaxeira e abóbora para o consumo e também para a venda. Mas precisamos de mais apoio para ampliar as culturas, incluindo o fortalecimento de pomares, da produção de citros e de alimentos tradicionais como a mandioca e a araruta”, explicou Suyani Terena.

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Representando o Ministério do Desenvolvimento Agrário, Nelson Borges afirmou que o governo federal busca ampliar o apoio às comunidades. “Estamos trabalhando para aumentar o número de parcerias nos municípios e viabilizando financiamentos, como o Pronaf A Indígena. Também vamos promover feiras para fortalecer a comercialização dos produtos”, destacou o superintendente em Mato Grosso.

A deputada Eliane Xunakalo reforçou que as propostas debatidas serão encaminhadas ao Executivo estadual. “Vamos direcionar as demandas às secretarias para provocar ações concretas. Esse espaço é justamente para ouvir os povos e construir soluções”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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