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Dois suplentes assumem vagas na Assembleia Legislativa

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária desta quarta-feira (16), pedidos de licenças de 121 para os deputados: Paulo Araújo (PP) e Faissal Calil (Cidadania). O afastamento é para os parlamentares tratarem de interesses particulares e de saúde.

O suplente Arnaldo Júnior, assume a vaga de Paulo Araújo e passa a representar os interesses da região oeste de Mato Grosso, incluindo Mirassol d’Oeste, no Legislativo estadual. No lugar de Faissal Calil, assume a cadeira o suplente Adenilson Rocha (PSDB), que estava na vaga do licenciado Carlos Avallone (PSDB), que voltou hoje (16) a ocupar a titularidade do cargo.

Os pedidos de licenças de ambos os deputados foram divididos em duas partes, sendo 117 dias para tratar de assuntos particulares e quatro dias para tratamento de saúde. Essa troca é bem comum na política, especialmente quando os titulares precisam se afastar temporariamente.

Em nome dos demais colegas do Parlamento, o líder de governo Dilmar Dal Bosco (União) disse que “os deputados vão ajudá-lo (Arnaldo Júnior) na construção de propostas que venham ao encontro do crescimento e do desenvolvimento dos 142 municípios mato-grossenses”, afirmou Dal Bosco.

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Arnaldo Júnior é da região oeste de Mato Grosso, município de Mirassol d’Oeste. “Hoje é dia de todos os moradores da região oeste se sentirem deputados”, disse. Em seu discurso de posse, Júnior destacou que a economia da região é baseada na pecuária leiteira, mas “infelizmente, a questão climática nos prejudicaram nos últimos três anos. Agora, é preciso incentivar os jovens produtores à cultura do café”, pontuou.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), lembrou que a região oeste contata também com o apoio do colega de parlamento Valmir Moretto (Republicano).

“Isso ajuda no fortalecimento das lideranças regionais de todo o Mato Grosso. Ninguém chega à Assembleia com seu próprio voto. Todos precisam de apoio da legenda e dos votos da chapa. Essa é uma oportunidade importante e é algo que temos feito bastante com seus suplentes. Isso fortalece a democracia”, defendeu Russi.

Fonte: ALMT – MT

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

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Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

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A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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