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Emenda parlamentar garante reinauguração do mini-estádio de Dom Aquino

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Na véspera do aniversário de 68 anos do município de Dom Aquino, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) participou da reinauguração do mini-estádio municipal “Lázaro Júlio de Andrade”, neste domingo (12), que contou com emenda parlamentar no valor de R$ 300 mil e a presença de autoridades políticas, lideranças locais e comunidade. O deputado participou de amistoso e integrou o time “Cinquentão A” contra o “Cinquentão B”.

“Fico feliz de estar aqui, na semana do aniversário de Dom Aquino, na parceria com o prefeito Carlin e a destinação de emenda parlamentar que destinamos para deixar esse espaço esportivo maravilhoso. Futebol é isso, aí! Alegria e congraçamento. Continuem contando com o meu trabalho e o meu gabinete. Viva, Dom Aquino!”, disse Santos.

O prefeito de Dom Aquino Carlos Alberto da Costa (Republicanos), conhecido como Carlin Amarelo, convidou um time de veteranos no campo – sendo dom-aquinenses natos que lutaram pelo esporte no município e que tiveram a oportunidade de inaugurar o espaço há uns anos atrás.

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“A emenda parlamentar veio beneficiar todos da região, principalmente às nossas crianças e adolescentes”, declarou o gestor público.

Além da emenda para a área do esporte, o deputado Wilson Santos também garantiu outros recursos para atender Dom Aquino, ainda em 2024, durante a gestão do ex-prefeito Valdécio Luiz da Costa, conhecido por Zão (PL) foram destinados cerca de R$ 1 milhão para o custeio da saúde e cirurgias eletivas, R$ 314,5 mil para construção de calçadas em vias públicas e R$ 200 mil para a reforma e manutenção do estádio de Dom Aquino.

Fonte: ALMT – MT

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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