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Filho de lavrador, Juca do Guaraná destaca comprometimento com a agricultura familiar em Mato Grosso

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB), um dos defensores do fortalecimento da agricultura familiar, tem se destacado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) por sua atuação em prol dos pequenos produtores rurais. Em uma entrevista ao podcast Capivara na Faixa, da Assembleia Legislativa, Juca compartilhou sua vivência pessoal e política sobre o tema.

“Eu sou filho da agricultura familiar, do meu saudoso pai, que era lavrador e se aposentou como lavrador, com as mãos calejadas do campo, da roça, e minha mãe também. Eu conheço um pouco da pequena agricultura familiar, daquele que planta a sua rocinha em um hectare”, afirmou o deputado, destacando sua conexão com a realidade dos pequenos agricultores.

Juca do Guaraná aproveitou a oportunidade para refletir sobre a importância da agricultura familiar no estado, destacando que, muitas vezes, se fala muito sobre o agronegócio, mas pouco sobre quem realmente abastece as feiras e mercados locais. “O que é produzido em Mato Grosso vai tudo para fora. O algodão não fica aqui, mas o pequeno agricultor que fomenta os mercados, as feiras, esse pessoal precisa ser assistido. Quando você vai no mercado, na feira, não foi o grande produtor que plantou a abóbora, mandioca ou quiabo. Quem fornece isso é a agricultura familiar”, ressaltou.

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Em relação ao seu mandato, Juca do Guaraná enfatizou que seu trabalho na agricultura familiar tem se concentrado em dar suporte e fortalecer o pequeno produtor rural. “Nós estamos bem voltados à agricultura familiar, destinando emendas, destinando equipamento, destinando implementos agrícolas para fortalecer o homem do campo e o pequeno produtor”, declarou reforçando seu compromisso com as necessidades do setor.

O posicionamento do deputado reflete sua luta em favor da valorização e do desenvolvimento sustentável da agricultura familiar em Mato Grosso, setor fundamental para a economia local e para a segurança alimentar das comunidades.

Assista à entrevista completa neste link.

Fonte: ALMT – MT

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

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Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

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A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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