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Licença do Ibama para construção da ferrovia FICO, entre Goiás e Água Boa, muda a logística do Araguaia, diz Dr. Eugênio

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Deputado Dr. Eugênio (PSB) classificou a licença emitida pelo Ibama para a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO) como um marco que mudará a logística e transporte na região do Vale do Araguaia.

A licença foi emitida na semana passada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para 365 Km, publicada no Diário Oficial da União de 31/1/25.

O deputado afirma que a ferrovia será entregue em 2028 e é construída pela Vale. Em setembro de 2023, Dr. Eugênio e a então vice-prefeita, atual presidente da Câmara de Água Boa, Rejane Garcia (PSDB), visitaram o canteiro de obras da empresa em Goiás.

“A Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), um braço da Ferrovia Norte-Sul, que liga Mara Rosa, em Goiás, até à cidade de Água Boa, no Araguaia, com 383 Km, teve toda sua licença ambiental liberada e aprovada”, informou o deputado. “Nenhum empecilho mais pode atrasar essa obra”, comemora.

Modal de competitividade

Dr. Eugênio destaca que o modal ferroviário, pela sua característica, mudará totalmente a competitividade e custo para escoar a produção de soja, milho e minerais do Araguaia.

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“A FICO será fundamental para que possamos interligar esse modal ferroviário, que é um dos mais baratos e vai mudar a logística e o transporte da nossa região do Araguaia”, descreve o Deputado do Araguaia.

Ele agradeceu a dedicação e decisão técnica do presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, pela liberação da licença para a obra.

“Agostinho, presidente do Ibama, muito obrigado. Alguns dias atrás já foi liberado a licença da BR-158, e a gora liberada a licença da FICO. Muito obrigado a você pela responsabilidade de ter liberado essa obra fundamental para nosso Vale do Araguaia”, acrescentou Dr. Eugênio.

Na divisa de Goiás e Mato Grosso as obras estão em andamento, tendo sido feito já as desapropriações. Informações sobre o andamento da obra podem ser conferidas no site www.infrasa.gov.br.

Sobre a FICO

A Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO), identificada pelo Governo Federal como EF-354, é uma política de desenvolvimento logístico do Brasil que vai interligar as regiões produtoras do Médio e Nordeste de Mato Grosso, na região do Araguaia, até aos portos do Norte do Brasil, em São Luís (MA) ou no Sudeste e Sul, em Santos (SP) Paranaguá (PR).

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O projeto da ferrovia compreende duas fases de construção. Uma, de trecho total de 383 Km de Mara Rosa (GO) até Água Boa (MT). E outra, da cidade mato-grossense até Lucas do Rio Verde (MT).

Fonte: ALMT – MT

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Deputado Valmir Moretto defende a prorrogação do Feef para garantir R$ 350 milhões à saúde de Mato Grosso

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) defendeu, em pronunciamento durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), desta quarta- feira (17), a celeridade até 30 de junho de 2029, na votação do Projeto de Lei nº 386/2026, que prorroga o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (Feef).

O parlamentar ressaltou que a medida é uma política de continuidade, essencial para assegurar que empresas beneficiárias de incentivos fiscais mantenham sua contrapartida ao Estado. Moretto enfatizou que o projeto não cria novos impostos nem aumenta a carga tributária para a população, sendo um mecanismo vital de financiamento para a saúde pública mato-grossense.

Atualmente, o Feef garante um aporte mensal de R$ 7 milhões, totalizando R$ 84 milhões anuais destinados integralmente à rede pública. Segundo o deputado, a interrupção dessa política significaria uma perda superior a R$ 350 milhões até 2029, impactando diretamente 142 municípios. “Não podemos permitir que a saúde de Mato Grosso perca esse recurso. São verbas que já sustentam hospitais filantrópicos, clínicas de hemodiálise e a atenção básica, e retirá-las agora causaria um prejuízo irreparável ao atendimento da nossa população”, alertou Moretto.

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A estrutura de distribuição do fundo é estratégica e focada em resultados: 64% do montante é direcionado aos hospitais filantrópicos, 20% ao serviço de hemodiálise e 16% à atenção básica. Entre as instituições que dependem diretamente desses recursos estão unidades de referência como o Hospital Geral de Cuiabá, o Hospital de Câncer de Mato Grosso, a Santa Casa de Rondonópolis e o Hospital Santo Antônio de Sinop, além de outras 11 clínicas de hemodiálise que atendem mais de 3,6 milhões de habitantes pelo SUS.

Ao concluir, o deputado fez um apelo aos seus pares nas comissões parlamentares para que o projeto seja apreciado e votado com urgência, garantindo a estabilidade financeira necessária durante a transição da Reforma Tributária. Para Moretto, a manutenção do Feef é um ato de responsabilidade social, fundamental para evitar que a rede hospitalar sofra uma redução crítica em sua capacidade de atendimento e para assegurar a continuidade dos serviços que salvam vidas em todas as regiões do Estado.

Fonte: ALMT – MT

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