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Secretaria de Comunicação promove reunião com assessores de imprensa de gabinete

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A Secretaria de Comunicação (Secom) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso promoveu reunião, nesta segunda-feira (3), com assessores de imprensa dos deputados estaduais da 20ª Legislatura para apresentar os serviços realizados pelos diferentes setores da secretaria e as diretrizes que compõem a Normativa de Comunicação 2023, estabelecida por meio da ​Instrução Normativa SCS-01/2014.

O secretário-adjunto da Secretaria de Comunicação, Everaldo Jota, afirmou que o trabalho desenvolvido pela secretaria leva em conta os princípios da comunicação pública, que assume a perspectiva cidadã na comunicação envolvendo temas de interesse coletivo.

“Temos uma preocupação direta em corresponder aos interesses da sociedade, então todas as pautas que abordamos têm como isso como foco. Estamos em fase de construção de uma política de comunicação do Parlamento Estadual e temos como referências modelos adotados em outros estados”, salientou.

Rádio Assembleia – As informações acerca da Rádio Assembleia foram apresentadas pelo gerente do setor, Eduardo Ferreira, que destacou a importância do veículo e o alcance dos conteúdos produzidos.

A Rádio Assembleia é uma emissora pública, educativa, financiada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso e operada em parceria com a Câmara dos Deputados, com a qual são compartilhadas faixas de programação.

Segundo Eduardo Ferreira, atualmente cerca de 1,5 milhão de pessoas acompanham a programação da rádio somente na região do Vale do Rio Cuiabá. “Já pela internet, o conteúdo pode ser consumido por pessoas de todo o planeta”, lembrou.

As novas regras estabelecidas tratam ainda dos conteúdos divulgados no site e dos procedimentos que deverão ser adotados pelas assessorias de imprensa dos deputados estaduais

Foto: Helder Faria

Os procedimentos e controles relacionados à criação de programas, produção e veiculação de matérias na Rádio Assembleia são determinados pela Instrução Normativa SCS 03/2014. Atualmente, a grade da rádio conta com 13 programas, além das transmissões ao vivo.

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As sugestões de pauta e solicitações de cobertura devem ser enviadas por escrito, através de memorando ou pelo correio eletrônico [email protected] e devem obedecer ao prazo mínimo de antecedência de dois dias úteis, salvo em casos de urgência.

TVAL – Conforme explicou o superintendente da TVAL, Jaime Neto, a programação tem como foco principal as transmissões ao vivo das reuniões, sessões plenárias, audiências públicas e demais eventos realizados pela Casa. Além disso, são produzidos e transmitidos entrevistas, documentários e programas de interesse da sociedade mato-grossense.

A TV Assembleia é uma emissora pública mantida pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Os sinais são transmitidos através de dois canais digitais abertos (30.1 e 3.2), captados nos munícipios da Região Metropolitana do Vale do Rio Cuiabá.

A programação da emissora também é divulgada via satélite para o estado de Mato Grosso. Os sinais ainda são retransmitidos via internet através do site da www.al.mt.gov.br e pelo canal da TVAL MT na plataforma Youtube.

Publicidade – Gerente de Marketing da Secom, Ricardo Sardinha pontuou as atribuições do setor de Publicidade, bem como as orientações para solicitação de criação e produção de materiais para os gabinetes.

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Entre os trabalhos realizados pela equipe de Publicidade, estão: criação de campanhas internas e externas, produção de mídias internas e gestão das mídias sociais da Assembleia Legislativa.

Fotografia – Marcos Lopes, gerente de fotografia da Secom, explicou os requisitos para publicação de fotos no site da ALMT, como tamanho mínimo da imagem e apresentação de legenda e devidos créditos.

Comunicativo – A editora do Comunicativo, Maria Nascimento Tezolin, apresentou o veículo e incentivou a participação de todos. O e-mail para enviar sugestões é o [email protected].

“O Comunicativo é o canal de comunicação entre a Casa e o servidor e também entre os servidores. O espaço contém informações sobre as atividades da ALMT e está à disposição para sugestões e participações de quem se interessar”, disse.

Site – Publicada na semana passada, a Instrução Normativa SCS-01/2014 estabelece os procedimentos de controle relacionados com a produção e divulgação de material jornalístico no site da Assembleia Legislativa. Entre as bases legais e regulamentares utilizadas para elaboração das regras, estão o regimento interno da ALMT e o Código de Ética do Jornalismo.

Conforme a normativa, as unidades podem solicitar equipe de imprensa para cobertura exclusivamente de atividades realizadas por setores da ALMT. As solicitações devem ser feitas via memorando e serão submetidas à avaliação da Secom.

As novas regras estabelecidas tratam ainda dos conteúdos divulgados no site e dos procedimentos que deverão ser adotados pelas assessorias de imprensa dos deputados estaduais, do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros e da Assembleia Social, bem como pelos repórteres da Secom.

Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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