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Thiago Silva promove o Circuito de Palestras “Capacitar para Transformar” em escolas estaduais do sudeste do estado

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Projeto do presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Thiago Silva (MDB), promove, entre os dias 8 e 13 deste mês, o Circuito de Palestras e Conscientização “Capacitar para Transformar” em escolas estaduais da região sudeste do estado. A iniciativa, alusiva ao Setembro Amarelo, atende alunos e servidores e visa promover informações sobre desenvolvimento humano e inteligência socioemocional.

Durante as palestras são abordados temas como prevenção ao bullyng, suicídio, respeito aos educadores e pais, combate à depressão, entre outros assuntos atuais que são de interesse da comunidade escolar.

“Estamos no Setembro Amarelo, e o nosso objetivo é promover palestras e informações aos estudantes e comunidade escolar sobre os cuidados que devemos ter com a saúde mental, e também falar de temas que quebram o tabu como a prevenção ao suicídio e o bullyng. Este é um trabalho que estava sendo solicitado nas escolas, e nesta primeira rodada vamos atender Rondonópolis e municípios da região sudeste do Estado”, disse o deputado Thiago.

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O circuito está sendo realizado com a participação do palestrante nacional Bruno Assumpção, que possui mais de 2 milhões de seguidores na rede social, e já realizou mais de 9 mil palestras em 17 estados do país.

Bruno falou sobre a importância das palestras que irão atender alunos e servidores de escolas estaduais, durante seis dias “Tem coisa boa vindo essa semana. Agradecemos o deputado Thiago que foi o primeiro deputado a acreditar no nosso projeto que tem auxiliado tantos jovens por todo o país. Graças a ele estamos tendo a oportunidade de fazer a diferença na vida de tantos adolescentes”, afirmou Assumpção.

Nos últimos anos, a inteligência socioemocional tem sido cada vez mais reconhecida como um componente importante na educação. Ao promover essas habilidades nas escolas, os palestrantes e educadores ajudam os alunos a se tornarem mais empáticos, colaborativos e resilientes. A compreensão das emoções pode criar um ambiente escolar mais acolhedor e estimulante, essencial para o aprendizado eficaz.

Fonte: ALMT – MT

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

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Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

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A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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