Lucas do Rio Verde

Casos de dengue registram uma queda de 77% em 2023

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O período chuvoso está voltando com maior intensidade e frequência, e com ele aumentam as preocupações com a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Para isso, trouxemos nesta matéria os números de notificações e casos positivos da dengue nos últimos anos.

Em 2023 foram registradas 1.182 notificações de dengue, destes 628 foram casos positivos, um número inferior a 2022, que no mesmo período havia registrado 3.801 notificações e 2.821 casos confirmados de dengue.

Se comparado a 2021, neste mesmo período, os números eram de 344 notificações e 193 confirmados. Nos demais anos, foram 1.736 notificações e 1.408 casos confirmados em 2020; em 2019 e 2018 foram 516 e 129 notificações, respectivamente.

Todos os dados foram extraídos do dengue on line, no Sistema de informação de agravos de notificações (Sinan), no dia 28 de dezembro, ás 14h15. Referente a semana epidemiológica 01 a 51.

A Secretaria de Saúde de Lucas do Rio Verde orienta que para prevenir as doenças transmitidas pelo mosquito é fundamental evitar o acúmulo de água parada, onde ocorre a proliferação do mosquito.

Segundo a secretária de Saúde, Drª Fernanda Heldt Ventura, para se prevenir do transmissor, a higiene é um fator imprescindível. “Cuidar do nosso ambiente, mantendo tudo coberto, como caixas d’água, ralos, e não deixar água parada e acumulada em garrafas ou pneus”, salienta.

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A secretária ainda enfatiza que os terrenos abandonados são outro fator que deve ter maior atenção. “Temos que ficar de olho nesses terrenos baldios. São locais muito comuns de proliferação”, complementa.

O período do ano com maior transmissão são os meses mais chuvosos de cada região, mas é importante manter a higiene e evitar água parada todos os dias porque os ovos do Aedes aegypti podem sobreviver por um ano até encontrar as melhores condições para se desenvolver.

A Secretaria de Saúde mantém vigilância contínua na cidade durante todo o ano para evitar a proliferação do Aedes aegypti com o uso de inseticidas e ação de agentes de saúde, entre outros.

Sintomas

Existem quatro tipos de vírus de dengue – sorotipos 1, 2, 3 e 4. A febre alta é um dos principais sintomas da doença. Outros sintomas são dores musculares intensas, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. A infecção por dengue também pode não causar sintomas, ser leve ou grave. Nesse último caso, pode até levar à morte.

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As pessoas mais velhas têm maior risco de desenvolver dengue grave e outras complicações que podem levar à morte. O risco aumenta quando a pessoa tem alguma doença crônica, como diabetes e hipertensão.

Não há tratamento específico para a dengue. De acordo com a avaliação médica, são recomendadas medidas como fazer repouso, ingerir bastante água e não tomar medicamentos por conta própria. Pode ser recomendada também a hidratação com soro. Em caso de suspeita é fundamental procurar um profissional de saúde para ter o diagnóstico correto.

A zika e chikungunya têm sintomas semelhantes aos da dengue como febre, dor de cabeça, mal-estar, dores pelo corpo e muita dor nas juntas. O tratamento também é feito de acordo com os sintomas.

No caso da chikungunya, algumas pessoas podem desenvolver um quadro pós-agudo e crônico com dores nas articulações que duram meses ou anos.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Educação inclusiva em movimento: profissionais da rede municipal avançam na formação em Libras

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Mais do que uma linguagem, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é expressão de pertencimento e respeito. Na Educação de Lucas do Rio Verde, ela se transforma em caminho de acolhimento, garantindo que cada estudante seja reconhecido em sua singularidade. Para fortalecer esse compromisso, 35 profissionais da rede municipal participam da Formação de Libras – Nível II.

“A Educação Inclusiva é um tema permanente nas ações da Secretaria de Educação. Uma dessas iniciativas é a capacitação de professores e monitores, que agora avançam para o Nível II de Libras, com foco na comunicação avançada. Embora o número de alunos com deficiência auditiva na rede municipal ainda seja pequeno, eles estão presentes nas escolas, e precisamos garantir sua inclusão no cotidiano escolar e na sociedade”, destacou a secretária de Educação, Elaine Lovatel.

Por meio de aulas e atividades on-line, o curso aborda conteúdos com foco na ampliação de vocabulário, aspectos gramaticais e linguísticos da Língua de Sinais, conversação, interpretação e práticas de comunicação voltadas à acessibilidade e à inclusão no ambiente educacional.

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Deficiente auditivo, o professor José Roberto Bolonheis é quem conduz a formação, o que torna a experiência de aprendizagem ainda mais rica e significativa. Para ele, a iniciativa da Secretaria de Educação de apoiar o aprendizado de Libras demonstra a sensibilidade da gestão e o seu compromisso com a inclusão.

(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

“A formação em Libras é importante não apenas para os surdos, mas para toda a comunidade. Atualmente, pessoas surdas ainda enfrentam muitas barreiras de comunicação. Por isso, é fundamental promover a inclusão dentro da escola. Dessa forma, crianças com deficiência auditiva podem se comunicar em sua própria língua, enquanto os demais alunos desenvolvem sensibilidade pela comunidade surda”, afirmou.

Com encontros presenciais mensais, os educadores trocam experiências e consolidam os conhecimentos desenvolvidos ao longo da formação.

A monitora Thayná Lima participa da capacitação e relata que atualmente acompanha dois alunos da rede municipal com deficiência auditiva e que, a cada dia, compreende ainda mais a importância da inclusão. “Conseguir incluir essas crianças na escola e na convivência com os colegas é um movimento fundamental para o município. Assim como os demais estudantes, elas precisam aprender os conteúdos, se comunicar com os profissionais da educação e com os colegas. E, para além da sala de aula, saber Libras também é essencial para possibilitar o diálogo com algumas famílias, onde a mãe, o pai ou outro responsável é surdo”.

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(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

É por meio de iniciativas como essa que a gestão municipal de Lucas do Rio Verde transforma compromisso em ação, fortalecendo uma educação que acolhe, inclui e respeita as singularidades, garantindo que cada estudante tenha espaço para aprender, crescer e se desenvolver dentro do ambiente escolar.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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