Lucas do Rio Verde

Moradores de Lucas do Rio Verde podem solicitar visita do Censo pelo telefone 137

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Os moradores de Lucas do Rio Verde que ainda não tiveram seus domicílios recenseados contam agora com o Disque-Censo para agendar a visita do recenseador do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O serviço pelo telefone 137 começou em Mato Grosso em 19 de dezembro nas cidades que estavam com a coleta mais avançada e agora foi ampliado e está disponível nos 141 municípios do estado.

A ligação é gratuita, pode ser feita de qualquer número, fixo ou celular, todos os dias da semana, das 7h às 20h30 (8h até 21h30 horário de Brasília). Com mais de 80% da população estimada recenseada em Mato Grosso, a etapa final de coleta deve ser agilizada com o atendimento telefônico, que conta com 120 agentes censitários de pesquisa, e é um serviço inédito na história dos censos demográficos do IBGE. O trabalho dos recenseadores começou em agosto de 2022 e deve continuar até o final de fevereiro.

A pessoa que ligar para o 137 responderá a alguns questionamentos que visam identificar se realmente nenhum morador do domicílio respondeu à pesquisa. Para isso, o atendente solicita informações como telefone, e-mail, endereço, nome da pessoa e ponto de referência.

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Depois, a equipe local do IBGE vai entrar em contato para agendar a coleta dos dados presencialmente. Vale ressaltar também que essa ligação não parte do IBGE e, sim, da população. Ou seja, o IBGE não liga para o informante solicitando as informações sem que este tenha entrado em contato anteriormente com o Disque-Censo.

“Com o Disque-Censo, o IBGE pretende oferecer um serviço à população de forma que qualquer pessoa que não tenha sido recenseada reivindique esse direito e não fique de fora do Censo 2022, garantindo uma cobertura ainda mais precisa do território”, afirma a diretora-adjunta de Pesquisas do IBGE, Maria Lucia Vieira.

Por que responder ao Censo é importante? O Censo Demográfico 2022 é uma pesquisa que ocorre em todos os municípios do país, com o objetivo de coletar dados que permitem traçar um retrato da população. Com esses dados, é possível criar políticas públicas, assim como desenvolver pesquisas que são fundamentais para o crescimento do país. Responder à pesquisa é obrigatório e os dados têm o sigilo garantido por lei.

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Andrea Salvador, coordenadora do Centro de Entrevistas Telefônicas Assistidas por Computador – CETAC, onde funciona o CAC (Centro de Apoio ao Censo), afirma que a disponibilização de mais um canal de comunicação entre a população e o IBGE, voltado para os moradores que ainda não foram recenseados, é de extrema importância para a conclusão da coleta do Censo Demográfico 2022.

“É importante que as pessoas que não estavam em casa quando o recenseador fez a visita, ou mesmo aquelas que não quiseram responder o questionário em um primeiro momento, se motivem a colaborar com a construção de estatísticas confiáveis sobre o país, que são imprescindíveis para o desenvolvimento futuro de políticas públicas”, conclui Andrea Salvador.
 

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Projeto da rede municipal transforma leitura em experiência de vínculo, imaginação e pertencimento

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Mais do que ensinar a ler, o projeto “Estrelas da Leitura” desenvolvido com os alunos do 1º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Érico Veríssimo, de Lucas do Rio Verde, aposta na leitura como ferramenta de vínculo, expressão e pertencimento. Por meio de histórias, ilustrações, recontos e encontros, a iniciativa estimula o interesse dos pequenos, bem como fortalece o desenvolvimento da fluência leitora e do nível de interpretação de texto.

“É muito importante que as crianças desenvolvam o hábito da leitura e sintam prazer em ler, de modo que ela não seja vista apenas como uma obrigação. A proposta é que, a partir dela, as crianças conheçam novas culturas, consigam viajar, imaginar e fantasiar. Hoje em dia, com o amplo acesso à tecnologia, muitas acabam deixando os livros de lado. Por isso, aqui na escola, buscamos sempre incentivar esse hábito que é fundamental”, destacou a coordenadora pedagógica, Ligiane Ferreira.

Dentre as atividades, o “apadrinhamento” ganha destaque por transformar a leitura em troca e integração. Nele, alunos do 5º ano do ensino fundamental se tornam parceiros dos estudantes do 1º ano, e dão vida às histórias por meio da contação. No final da atividade, os menores recontam a história com suas próprias palavras e a traduzem em desenhos tudo aquilo que compreenderam e imaginaram durante a leitura.

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(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

Para a professora do 5º ano, Adriana Quadros, a interação entre os estudantes tem sido muito significativa. “É muito gratificante, porque eles se sentem participantes do desenvolvimento dos outros alunos, e se sentem úteis ao contribuir para que os pequenos avancem em sua aprendizagem. Além disso, também fortalece o desenvolvimento dos próprios estudantes, já que a leitura é uma prática para a vida inteira.”

Com a “sacola viajante”, o projeto chega às casas dos estudantes e transforma o livro em presença no dia a dia das famílias. A cada semana, um novo título segue viagem e, em casa, com o apoio dos familiares, as crianças leem e registram, à sua maneira, as impressões que tiveram da história.

Iza Silva é mãe da aluna Ayla e relata já ver o avanço na fluidez da leitura da filha. “Ela ficou muito empolgada ao levar a sacola viajante para casa e adorou a experiência. O projeto é muito interessante, especialmente por estimular a interpretação da história de diferentes formas e não só pela escrita. Tenho acompanhado de perto a evolução da Ayla. Antes ela lia de forma mais pausada e, agora, já consegue ler de maneira mais fluída.”

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(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

De acordo com a professora responsável pelo projeto, Messilenita de Albuquerque, já é possível perceber grandes avanços. “A criança chega ao 1º ano sem saber ler, e o nosso objetivo é que avance para o 2º ano como uma leitora fluente. Metade da turma já aprendeu a ler graças ao projeto, o que também gera resultados positivos no processo de aprendizagem, já que, por meio da leitura dos livros, os estudantes desenvolvem melhor a interpretação — tanto das provas e das atividades em sala de aula quanto do mundo à sua volta.”

A iniciativa da Escola Municipal Érico Veríssimo evidencia o compromisso da Secretaria de Educação com a alfabetização dos alunos luverdenses, ao estimular, desde a infância, o gosto pela leitura e fortalecer a habilidade que acompanhará os estudantes por toda a vida.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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