Lucas do Rio Verde

Prefeitura orienta sobre correto descarte de grama e móveis

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Você sabe de quem é a responsabilidade pela limpeza urbana? A Secretaria de Infraestrutura e Obras é a responsável por realizar a coleta de materiais como: massa verde em pequena quantidade, corte de grama acondicionado em sacos e móveis velhos.

Quando o assunto é limpeza urbana, são muitas as dúvidas sobre qual a forma correta de descartar os materiais, que na verdade são resíduos e devem ter uma destinação correta para que o meio ambiente não seja prejudicado. Confira como fazer o certo e descartar seus materiais.

Todo este material deve ser acondicionado em sacos ou sacolas ou caixas de papelão em frente à residência, preferencialmente um dia antes da coleta (cronograma no fim desta matéria), que compreendem de uma a duas vezes por semana, de acordo com o cronograma estabelecido e atendendo a demanda de cada bairro.

Quantidades maiores de materiais, a exemplo de galhos, restos de podas ou retirada de árvores, restos de construção e entulhos, são de responsabilidade do contribuinte a contratação de uma empresa terceirizada para fazer a retirada do material e o descarte correto na Central Verde, localizada na MT-449.

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De acordo com a Lei Complementar 44/2006, que trata sobre a política de proteção ambiental do município, em caso de corte de árvore é necessário solicitar a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente a autorização de corte, que será feita somente após a confirmação por um fiscal da Prefeitura, mediante requerimento modelo que deve ser solicitado, junto a pasta de meio ambiente.

“Basicamente aquilo que a equipe da manutenção da limpeza urbana consegue carregar com as mãos, pequenos volumes, que são coletados pelas equipes contratadas pela Prefeitura. Quando se trata de um grande volume de árvores, troncos e tudo mais, é preciso fazer a contratação dos serviços da iniciativa privada, por parte do morador e não descartar aleatoriamente”, explica o secretário de Infraestrutura e Obras, Marcelo Bresolin.

O cronograma de limpeza urbana é executado de segunda a sexta-feira e aos sábados as equipes fazem a revisão das avenidas de todos os setores. Já a coleta seletiva (contentores azul e laranja) é realizada pelo Serviço Autônomo de Água e Esgoto – Saae, que faz a coleta de resíduos úmidos (restos de alimentos, cascas de frutas e verduras) e material reciclável (papéis em geral, como jornais e revistas, cadernos, embalagens de caixas de leite, caixas de suco, vidro, plástico e metal). A coleta é realizada de segunda-feira a sábado.

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Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Seminário Municipal de Educação fortalece práticas de alfabetização na rede municipal de Lucas do Rio Verde

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Ao longo desta terça-feira (1º) e quarta-feira (2), mais de 250 profissionais alfabetizadores da rede municipal de ensino se reuniram no Auditório dos Pioneiros para participar do Seminário Municipal de Educação. Organizado pela Secretaria de Educação, por meio do Centro de Formação, o evento teve como tema central a alfabetização e foi realizado com o objetivo de fortalecer e aprimorar as práticas pedagógicas desenvolvidas nas unidades escolares de Lucas do Rio Verde.

“Nós entendemos que Lucas do Rio Verde está avançando na alfabetização na idade certa, mas ainda temos alunos que estão tendo um pouco de dificuldade para aprender a ler e a escrever. Então, pensamos nesses dois encontros para fazer com que os nossos professores aprendam novas metodologias e fortaleçam aquelas que eles já utilizam em sala de aula, para garantir o que é de direito do aluno: a alfabetização”, afirmou a secretária de Educação, Elaine Lovatel.

A programação foi conduzida pela professora e doutora em Psicologia da Educação, Sandra Puliezi, que viaja pelo país para mostrar aos educadores como a neurociência pode ser uma aliada durante o processo de alfabetização.

Com o tema “A alfabetização baseada em evidências: como o cérebro aprende a ler”, a primeira palestra abordou como ocorre o processo de leitura no cérebro da criança e a importância da adoção de práticas pedagógicas apoiadas nas mais recentes pesquisas científicas sobre o tema, contribuindo para que os alunos desenvolvam maior fluência e compreensão leitora.

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Na sequência, foi apresentado o conceito de consciência fonológica, que consiste na habilidade de identificar e manipular os sons da fala, como palavras, sílabas, rimas, aliterações e fonemas, além de estratégias práticas para desenvolver essa habilidade nas crianças.

“Crianças que desenvolvem consciência fonológica têm uma capacidade de leitura muito maior. Então, se os professores colocarem esses conhecimentos em prática, nós teremos crianças lendo cada vez melhor e mais rápido e, consequentemente, compreendendo mais o que leem”, explicou a professora Sandra Puliezi.

No segundo dia do evento, os professores que participaram do seminário conheceram o princípio alfabético e aprenderam estratégias para ensinar os sons das letras às crianças por meio de brincadeiras, além de atividades voltadas à combinação desses sons para a formação de sílabas e palavras.

“Todos esses momentos de formação são importantes porque nos auxiliam no nosso dia a dia. Esses conhecimentos vêm somar para que, em sala de aula, tenhamos mais segurança para ensinar nossos alunos”, destacou a pedagoga do CEI Pequeno Príncipe, Daiane de Almeida.

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A pedagoga do CIEI Anjo Gabriel, Maria de Jesus, conta que conheceu o conceito de consciência fonológica quando passou a fazer parte da rede municipal de ensino. “Esse momento está sendo de suma importância e estou gostando bastante de participar. O município já vem nos orientando que devemos trabalhar a consciência fonológica. Antes de começar a trabalhar aqui, eu nunca havia ouvido falar sobre esse conceito, então foi um desafio aprendê-lo. Ter essas formações é importantíssimo para conhecermos novas metodologias e podermos desenvolvê-las em sala de aula.”

A formação reforça o compromisso da rede municipal de ensino com a alfabetização na idade certa e com a qualificação contínua dos profissionais da educação. A partir dos conhecimentos e estratégias compartilhados durante o seminário, a expectativa é que os professores possam fortalecer suas práticas em sala de aula e contribuir para que cada vez mais estudantes avancem no processo de leitura e escrita.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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