Lucas do Rio Verde

Projeto da rede municipal transforma leitura em experiência de vínculo, imaginação e pertencimento

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Mais do que ensinar a ler, o projeto “Estrelas da Leitura” desenvolvido com os alunos do 1º ano do ensino fundamental da Escola Municipal Érico Veríssimo, de Lucas do Rio Verde, aposta na leitura como ferramenta de vínculo, expressão e pertencimento. Por meio de histórias, ilustrações, recontos e encontros, a iniciativa estimula o interesse dos pequenos, bem como fortalece o desenvolvimento da fluência leitora e do nível de interpretação de texto.

“É muito importante que as crianças desenvolvam o hábito da leitura e sintam prazer em ler, de modo que ela não seja vista apenas como uma obrigação. A proposta é que, a partir dela, as crianças conheçam novas culturas, consigam viajar, imaginar e fantasiar. Hoje em dia, com o amplo acesso à tecnologia, muitas acabam deixando os livros de lado. Por isso, aqui na escola, buscamos sempre incentivar esse hábito que é fundamental”, destacou a coordenadora pedagógica, Ligiane Ferreira.

Dentre as atividades, o “apadrinhamento” ganha destaque por transformar a leitura em troca e integração. Nele, alunos do 5º ano do ensino fundamental se tornam parceiros dos estudantes do 1º ano, e dão vida às histórias por meio da contação. No final da atividade, os menores recontam a história com suas próprias palavras e a traduzem em desenhos tudo aquilo que compreenderam e imaginaram durante a leitura.

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(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

Para a professora do 5º ano, Adriana Quadros, a interação entre os estudantes tem sido muito significativa. “É muito gratificante, porque eles se sentem participantes do desenvolvimento dos outros alunos, e se sentem úteis ao contribuir para que os pequenos avancem em sua aprendizagem. Além disso, também fortalece o desenvolvimento dos próprios estudantes, já que a leitura é uma prática para a vida inteira.”

Com a “sacola viajante”, o projeto chega às casas dos estudantes e transforma o livro em presença no dia a dia das famílias. A cada semana, um novo título segue viagem e, em casa, com o apoio dos familiares, as crianças leem e registram, à sua maneira, as impressões que tiveram da história.

Iza Silva é mãe da aluna Ayla e relata já ver o avanço na fluidez da leitura da filha. “Ela ficou muito empolgada ao levar a sacola viajante para casa e adorou a experiência. O projeto é muito interessante, especialmente por estimular a interpretação da história de diferentes formas e não só pela escrita. Tenho acompanhado de perto a evolução da Ayla. Antes ela lia de forma mais pausada e, agora, já consegue ler de maneira mais fluída.”

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(Foto: Ascom Prefeitura/Victor Pauletti)

De acordo com a professora responsável pelo projeto, Messilenita de Albuquerque, já é possível perceber grandes avanços. “A criança chega ao 1º ano sem saber ler, e o nosso objetivo é que avance para o 2º ano como uma leitora fluente. Metade da turma já aprendeu a ler graças ao projeto, o que também gera resultados positivos no processo de aprendizagem, já que, por meio da leitura dos livros, os estudantes desenvolvem melhor a interpretação — tanto das provas e das atividades em sala de aula quanto do mundo à sua volta.”

A iniciativa da Escola Municipal Érico Veríssimo evidencia o compromisso da Secretaria de Educação com a alfabetização dos alunos luverdenses, ao estimular, desde a infância, o gosto pela leitura e fortalecer a habilidade que acompanhará os estudantes por toda a vida.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Arte, Cultura, Sabores e Encontros: Museu Histórico recebe feira de artesanato neste domingo

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Se o Museu Histórico preserva a memória de Lucas do Rio Verde, neste domingo, dia 09, ele passa a acolher também o presente: o artesanato que hoje segue essa mesma tradição de contar e eternizar histórias. É alí, na Casa de Pedra, que estreia a feira itinerante “Bulixo no Museu”.

A ação é realizada pela Cooperativa de Artesanato Luverdense (Cooperarte), com apoio da Prefeitura de Lucas do Rio Verde, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo, com o objetivo de valorizar o artesanato, a cultura local e os trabalhos manuais, gerando renda para os artesãos.

Com o tema “Arte, Cultura, Sabores e Encontros”, o evento acontece em dois horários: pela manhã, das 8h às 10h, e à tarde, das 15h às 18h, reunindo cerca de 12 artesãos com opções que vão de biscuit e artes sacras a peças em crochê, bolsas, roupas e itens decorativos, incluindo souvenires de Lucas do Rio Verde e produtos do artesanato sustentável da economia circular. Para completar a experiência, o público encontra opções gastronômicas como churros e pastel.

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O nome não foi escolhido à toa. “Resgatamos o verdadeiro significado da palavra bulixo: um lugar cheio de vida, encontros, boas conversas, arte, cultura e produtos feitos com carinho”, explica Mayara Martins, presidente da Cooperarte, que também revela o plano por trás da estreia: transformar o segundo domingo de cada mês em data fixa no calendário do Museu.

Para a Prefeitura, através da Secretaria de Cultura e Turismo, a feira é aposta declarada em quem vive da própria criatividade. “É mais uma oportunidade de valorizar o artesanato, a cultura local e os trabalhos manuais dos nossos artesãos, que se dedicam com tanto carinho ao que produzem. São ações como essa que fortalecem a economia criativa e geram renda para as famílias envolvidas”, afirma a secretária Luciana Bauer.

O timing não é acaso: 2026 já é o melhor ano em faturamento para o artesanato luverdense, puxado justamente pela força das feiras itinerantes — e a “Bulixo” chega para engrossar essa história.

É nesse gesto de abrir espaço, literal e simbólico, que a Prefeitura de Lucas do Rio Verde reafirma seu compromisso com quem faz artesanato, com a economia criativa que esse trabalho movimenta e com as tradições que atravessam gerações na cidade.

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O Museu Histórico fica localizado na Rua Santa Fé, s/n, no Centro da cidade.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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