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Últimos dias para negociar seu débito com o Saae

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Os consumidores que ainda não aproveitaram a oportunidade de negociar os débitos com o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Lucas do Rio Verde têm até o dia 31 de dezembro para fazer as negociações com até 100% de desconto nas multas e juros e ficar em dia com a autarquia caso optem pelo pagamento à vista. Quem preferir parcelar também terá benefícios, podendo dividir o débito em até 20 parcelas.

Segundo o coordenador da divisão de arrecadação do Saae, Marcos Rubio, a negociação alcança todos os débitos em aberto prescritos em dívida ativa até 31 de dezembro de 2022. “No ato da consolidação do parcelamento, mediante assinatura do termo de confissão de dívida que contemplará detalhadamente o débito parcelado, ficará o contribuinte com sua situação regularizada com a autarquia”, afirma.

A negociação deve ser feita pelo titular da conta ou representante legal com procuração. Também é necessário apresentar identidade, CPF, número da matrícula da fatura e telefone de contato.

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Os interessados devem comparecer na sede do Saae, que fica localizada na Rua Catuípe, nº 1889 – Rio Verde. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 13h às 15h.

No caso de dúvidas ou informações, basta entrar em contato através do telefone (65) 3549-7700.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Rede municipal de Lucas do Rio Verde adota psicomotricidade como aliada no desenvolvimento de alunos atípicos

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Promover uma educação cada vez mais qualificada e inclusiva para as crianças atípicas é um dos compromissos da gestão municipal de Lucas do Rio Verde. Nesse sentido, a Secretaria de Educação, por meio do Centro de Formação, promoveu, nesta sexta-feira (21), um encontro formativo com professores e coordenadores do Atendimento Educacional Especializado (AEE) da rede municipal de ensino. Realizado em parceria com a FTD Educação e com a academia de psicomotricidade Stimulus, o evento teve como tema o manejo, a mediação e a aprendizagem no AEE.

“Esse movimento é muito importante para as nossas escolas porque, hoje, a demanda de crianças com Transtorno do Espectro Autista é crescente nas unidades escolares, e precisamos ter o entendimento do quanto a psicomotricidade pode nos ajudar no manejo e no direcionamento dessas crianças, especialmente em momentos de crise e desregulação emocional”, destacou a assessora pedagógica da Educação Especial, Cristiane Garcia.

A psicomotricidade é uma ciência que estuda e fomenta a relação entre o corpo, o movimento, a mente e as emoções. Ela integra aspectos motores, cognitivos e afetivos para promover o desenvolvimento global, o bem-estar e a aprendizagem em todas as fases da vida.

“O desenvolvimento da criança se baseia, primeiro, no corpo e na mente. Os dois têm que estar interligados. E, na grande maioria das escolas, não é feita essa ligação, o que acaba atrapalhando o próprio desenvolvimento infantil ao longo dos anos, bem como a socialização”, afirmou o educador físico e psicomotricista Leonardo Martins.

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(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

“Hoje, estamos orientando esses profissionais a observarem o que a criança já consegue fazer e a pensar sempre num passinho a mais. Porque a própria sociedade, quando olha para as crianças com deficiência, acha que elas não são tão capazes. E elas têm uma capacidade muito grande, mas que está escondida. Então, viemos mostrar a esses professores como pensar estratégias para fazer com que elas evoluam e alcancem o seu potencial”, completou.

Durante a programação também foi abordada a nutrição como aliada ao manejo dos estudantes atípicos. De acordo com a nutricionista Sara Zagata, a alimentação possui uma grande influência no comportamento infantil. O consumo excessivo de alimentos ricos em açúcar, por exemplo, pode contribuir para o aumento da hiperatividade.

“O meu papel como nutricionista é trazer esse olhar para a alimentação, não só para os casos de seletividade alimentar, mas também para a qualidade dos alimentos consumidos. O nosso objetivo aqui é trazer essas informações para os profissionais da educação para que eles possam transmitir para as famílias. E a partir disso, tornar a alimentação mais adequada e, consequentemente, reduzir os comportamentos disruptivos e ter um manejo melhor dessa criança.”, destacou Sara Zagata.

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Professora da Escola Érico Veríssimo, Silmara Primon é uma dos 38 profissionais que estavam participando da capacitação. Para ela, muitos dos conhecimentos compartilhados irão auxiliar no seu dia a dia na escola.

(Foto: Ascom Prefeitura/Anderson Lippi)

“A formação está sendo muito proveitosa, especialmente porque está tratando do manejo dentro de sala de aula. Então, estamos aprendendo como adaptar materiais pedagógicos, como chegar na criança, como falar o ‘não’ e o ‘sim’. E também ajudará muito na aplicação da psicomotricidade, no desenvolvimento da lateralidade e na consciência corporal da criança, porque tudo isso impacta na aprendizagem e na autonomia dela, além do manejo em momentos de crises e birras”, relatou.

Mais do que ampliar conhecimentos, a formação reforça que cada criança tem potencial para aprender e se desenvolver. Com estratégias, olhar atento e trabalho conjunto, a Secretaria de Educação busca transformar esse potencial em novas possibilidades de aprendizagem, autonomia e inclusão.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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