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CIES e Anhanguera promovem simpósio sobre o tabagismo e outras drogas

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É hora de evaporar os principais prejuízos do uso do tabaco, cigarro eletrônico e outras drogas.” Com essa proposta, a Comissão de Integração de Ensino e Serviço (CIES), em parceria com a Academia da Saúde e a Instituição de Ensino Anhanguera, promoveu uma atividade na noite desta segunda-feira (14), visando conscientizar a comunidade acadêmica sobre os riscos do consumo dessas substâncias e seus impactos na saúde.

O evento, que integra uma série de atividades promovidas pela CIES, contou com a realização de um simpósio que reuniu profissionais da saúde, estudantes e professores. A programação teve como foco a discussão de estratégias eficazes para prevenção, identificação e combate aos fatores de risco eminente relacionados ao uso de tabaco, cigarros eletrônicos e outras drogas.

Durante as apresentações, os participantes tiveram acesso a informações científicas e demonstrações que evidenciaram os prejuízos à saúde causados por esses produtos. Assim como o cigarro tradicional, os dispositivos eletrônicos, popularmente conhecidos como vapes contêm substâncias químicas que, quando inaladas, podem afetar gravemente os pulmões, o sistema cardiovascular, a saúde bucal e outras áreas do organismo.

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Estudos recentes indicam que o uso desses dispositivos entre os jovens tem se tornado cada vez mais comum, principalmente devido aos sabores e à aparência moderna. No entanto, o uso excessivo pode levar à dependência química e ao desenvolvimento de doenças crônicas, incluindo o câncer. “É o nosso papel alertar esses jovens sobre os perigos dessas substâncias e mostrar formas de evitar esses malefícios”, ressalta a coordenadora do CIES, Silvia Gehring.

Além disso, foram abordados os mecanismos de dependência química com ênfase nas substâncias presentes nos cigarros eletrônicos, destacando como elas atuam no organismo e como a prevenção pode ser eficaz por meio da informação.

O evento também contou com um espaço interativo para perguntas e esclarecimento de dúvidas, onde o público pôde participar ativamente, tirando curiosidades e aprofundando o conhecimento sobre o tema. “A ação atua como ferramenta para a redução do consumo de substâncias nocivas e dos danos causados por essas práticas”, afirmou o gestor da Saúde, Vanio Jordani.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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