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Equipe de transição deve promover alterações na estrutura organizacional de algumas pastas

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Prefeito eleito conheceu, nesta quarta, estrutura da Secretaria de Educação

Na reta final do processo de ambientação com números e outros dados das secretarias municipais, o prefeito eleito Alei Fernandes declarou que a equipe de transição de mandato está trabalhando no processo de alteração da estrutura organizacional de algumas pastas.

A afirmação foi feita durante a apresentação da Secretaria de Educação (Semed), realizada na manhã desta quarta-feira (23 de outubro), no Centro Municipal de Formação para Profissionais da Educação (Cemfor). Também integraram o momento de análise, junto aos líderes da Semed, a primeira-dama a partir de 2025, Mara Fernandes, que integra a equipe de transição, o procurador jurídico Alex Sandro Monarim, e o vereador eleito Rodrigo Materazzi.

Na reunião desta quarta, a titular da pasta de Educação, Lúcia Korbes Drechsler, apresentou toda a estrutura que garante o atendimento de 18.364 alunos na rede municipal de ensino. “O desafio envolve não apenas acompanhar o crescimento exponencial de Sorriso com a oferta de novas vagas, mas, simultaneamente seguir com ações que garantam a disponibilização de um ensino de qualidade, cuidando dos aspectos emocionais de alunos e professores, e da formação integral dos estudantes”, resumiu a secretária.

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As quase duas dezenas de milhares de alunos ocupam 39 unidades escolares, sendo 16 Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeis) e 23 escolas. Deste universo, 5.733 estudantes utilizam o transporte escolar, tanto com os 41 veículos terceirizados e 63 da frota própria. “O uso do transporte coletivo também é estimulado entre os alunos, visto que isso também potencializa a utilização desta modalidade de transporte quando adultos, contribuindo assim para a mobilidade urbana”.

“Quero agradecer o trabalho que está sendo feito, quero parabenizar toda a equipe e informar que a intenção é potencializar ainda mais esse trabalho, sem milagre, sem muita mudança, mas de um jeito diferente”, adiantou Alei, acrescentando que entre as novidades está a formatação de uma pasta dedicada diretamente ao Planejamento, com olhar ainda mais focado na Ciência e na Tecnologia.

O novo gestor de Sorriso a partir de 2025 também declarou que ainda não há nomes definidos para as secretarias, mas o anúncio deve ser feito até o próximo mês, permitindo assim a consolidação do processo de transição.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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