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Finalizado projeto arquitetônico do Parque Tecnológico Luiz Giroletti

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Intenção da Prefeitura é acelerar os demais processos e licitar a construção da sede administrativa em maio

O projeto arquitetônico do prédio que irá abrigar a sede administrativa do Parque Tecnológico Luiz Giroletti foi apresentado ao prefeito Ari Lafin nesta manhã, 04 de abril. Com anfiteatro para 300 pessoas e espaço para atender até 40 start ups, a obra deve ter a licitação elaborada até o mês de maio e vai entrar no programa de obras “Sorriso Mais 10”. O Parque será construído seguindo o modelo de módulos, podendo ser ampliado de acordo com as necessidades e crescimento futuros.

E para garantir a sequência, nesse momento, as equipes estão centradas em dividir o trabalho, intensificar ações e startar a licitação do Parque Tecnológico “Estamos finalizando a proposta para dar início ao processo licitatório; nosso parque terá uma sede administrativa, um espaço para start ups e toda a infraestrutura necessária para a realização de feiras ligadas à agrotecnologia; será um espaço voltado ao conhecimento e desenvolvimento do Município de Sorriso”, frisa Ari.

Para a missão estão reunidos os secretários Marcelo Lincoln (Agricultura, Ciência e Tecnologia – Samatec); Juliano Mezzalira (adjunto Samatec); Ednilson Oliveira (Cidade – Semcid); Hilton Polesello (Governo – Semgov); Ivan Oliveira (adjunto Governo – Semgov); Júnior Brandão (Esporte e Lazer – Semel); Nelson Campos (adjunto Semel) e Miraldo Gomes (adjunto da Fazenda – Semfaz). Na mesa, um check list para dar celeridade às frentes de trabalho já iniciadas.

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A pavimentação das ruas, que começaram a ser delimitadas no ano passado, continuará a cargo das equipes da Secretaria de Transportes (Semtra) e da Secretaria de Obras (Semosp). Já a Semcid é responsável pela definição de prazos e detalhes para a licitação; incluindo o acompanhamento da elaboração projeto elétrico do Parque, já com a parte da área de exposições.

Fontes de recursos

Responsável por articular todo o processo, Lincoln lembra que, no fim de junho de 2022, o projeto do Parque Tecnológico foi apresentado ao Governo do Estado. O secretário também acrescenta que serão inseridos recurso municipais. “Já verificamos que podemos, por exemplo, utilizar recursos do Fundo do Meio Ambiente, na ordem de R$ 3 milhões; até porque a tecnologia de ponta, que será fomentada no Parque, traz, em seu bojo, ações que resultam em preservação de nossos recursos naturais, também temos a disponibilidade de investir mais R$ 1,5 milhão de recursos da nossa pasta”, complementa.

O Parque

Parque Tecnológico é uma estrutura que está sendo pensada pela Administração Municipal desde 2013 e projetada visando os próximos 30 anos de crescimento e desenvolvimento do município e região. O local está centrado em uma área de 100 hectares, adquirida pela Prefeitura de Sorriso para alocar laboratórios e campos experimentais tendo como foco a área agroalimentar. A intenção é trabalhar com tecnologia da informação, incluindo agricultura de precisão.

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Entre os destaques, a área abrigará a instalação de laboratórios de pesquisa e campos de teste com plantio de gêneros agrícolas melhorados. É avaliada também a possibilidade de ao menos sete grandes empresas instaladas em Sorriso migrarem suas atividades para o empreendimento. Há ainda o interesse prévio do local servir de base para o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Mato Grosso (IFMT) e a Faculdade Mato-Grossense (Facem).

E, pensando em parcerias futuras e atuais, o Município já realiza um trabalho em conjunto com instituições como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Mato Grosso (IFMT) e os Sistema S: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Social da Indústria (Sesi); Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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