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Fiscalização de contratos é tema de curso ofertado a servidores municipais

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Formação, realizada por empresa especializada, leva em consideração os desafios da nova lei de licitações

Até quarta-feira (28.02), um grupo de 40 servidores da Prefeitura de Sorriso participa do curso de fiscalização de contratos com dedicação de mão de obra exclusiva. O treinamento, com ênfase em planilha de custos e formação de preços com base na instrução normativa n.º 05/2017, está sendo realizado pela empresa Capaccitar, especialmente contratada para contribuir na formação dos servidores que atuam diretamente na função de fiscais de contrato.

O curso, com 20 horas de duração e realizado no Centro Municipal de Formação para Profissionais da Educação de Sorriso (Cemfor), aborda os seguintes temas: Planejamento da contratação; Da terceirização dos serviços na nova lei de licitações; Entendendo o contrato administrativo de serviços terceirizados; Das garantias contratuais; Duração dos contratos e a as alterações contratuais; Reequilíbrio econômico-financeiro; Repactuação e reajuste da gestão e fiscalização contratual na prática; Guia de orientação e fluxo procedimental para a fiscalização de serviços terceirizados; Aplicação do modelo de planilha da IN 05/2017; Encerramento ou extinção do contrato de serviços terceirizados; e Regime sancionatório.

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O treinamento está sendo ministrado pelo contador, especialista em Logística e acadêmico de Direito, Jarbas Renê Gonçalves . A formação foi organizada por meio do trabalho integrado entre a Escola de Governo e a Superintendência de Gestão de Pessoas (SGP), a partir de uma demanda levantada pela Controladoria Geral do Município (CGM).

“Com o advento da nova lei de Licitações precisamos, cada vez mais, atuar na formação continuada de nossos servidores, garantindo que possamos sempre, enquanto Administração Municipal, atuar com o máximo de zelo com os recursos públicos, de modo a sempre buscarmos mais qualidade ao menor custo”, destacou o secretário de Administração, Estevam Calvo.

Este não é o primeiro mergulho que a Prefeitura oferece a seus servidores sobre a nova lei de licitações. Ainda em setembro do ano passado, a Lei 14.133, de 1.º de abril de 2021 foi o fio condutor de uma formação, também de 20 horas, como o engenheiro civil e advogado Hamilton Bonatto.

Saiba também:

https://site.sorriso.mt.gov.br/noticia/prefeitura-promove-formacao-sobre-nova-lei-de-licitacoes-650db5c277be3

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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