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Noêmia está sendo interligada à MT-560

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Via Sintra, Prefeitura está atuando em vários pontos para melhorar a mobilidade urbana

A Avenida Noemia Tonello Dal Molin deve se consolidar como um importante corredor logístico na Zona Oeste do Município, atravessando Sorriso em seu eixo Norte – Sul. Nesta etapa da obra de expansão da via, a equipe da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Saneamento (Sintra) está atuando na interligação da via à MT-560, permitindo assim um novo acesso à BR-163 em seu sentido Sul.

A obra na Noêmia Dal Molin deve resultar na pavimentação de uma área total de 10.152 m². Com um índice de 55,00% de execução, a obra deve ser finalizada até dezembro. O investimento neste trecho é de R$ 1,5 milhão para pavimentar, com concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ) 540 metros de pista dupla. Cada pista da via terá 9,4 metros de largura, com um canteiro central de 6 metros.

Outros pontos de Sorriso também passaram por melhorias na logística, como a obra de pavimentação e drenagem de um trecho de 358 metros da Rua Dr. Ari Luiz Brandão, ali na Zona Leste, na região de divisa entre o Residencial Mário Raiter e o Distrito Industrial e Comercial (DIC) Nova Prata. Ao todo, a área global melhorada é de quase 6,5 mil m², dado que a via conta com duas pistas de rolamento, com 9 metros cada uma.

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Já em uma área oposta ao Mário Raiter, bem próxima à Noêmia, na Zona Oeste, a Sintra também está realizando o trabalho para garantir drenagem e asfalto na Avenida Claudino Francio, região do Jardim Carolina, com uma área total beneficiada de 2.288 m², já que a empreita resultará na pavimentação de 286 metros da via, que conta com 8 metros de largura. “Estamos fazendo os meios-fios, sarjetas e bocas de lobo”, ilustra o titular da Sinfra, Milton Geller, estimando que, em um mês, o serviço esteja 100% pronto.

Depois da equipe da Sintra, quem entra em cena é o time da Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), para fazer a sinalização de trânsito, tanto com a pintura nas vias quanto com a instalação de placas.

Geller lembrou que ações como estas trazem mais mobilidade ao trânsito, mais conforto e segurança à população, à medida que agiliza deslocamentos. Como exemplos claros deste trabalho com equipe “prata da casa”, podem ser citados o prolongamento da Rua Iguaçu, na região do Vila Bela; bem como a pavimentação de 1,5 quilômetro da Linha Celeste, que margeia a cidade em uma região de chácaras.

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Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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