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Prefeito sanciona lei que permite a construção da cobertura para a PRF de Sorriso

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Processo segue agora para licitação

Sancionada nesta terça-feira (3), a Lei 3.440 autoriza o Poder Executivo a construir a cobertura na 6.ª Delegacia da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A instalação da estrutura, em cobertura metálica, vem sendo discutida desde 2021, quando, prontamente, o prefeito Ari Lafin disse sim ao pedido feito pela instituição federal.

A benfeitoria, que atravessará a pista da BR-163, já é realidade em vários municípios de Mato Grosso, e também deve facilitar o trabalho de instituições como a Polícia Judiciária Civil (PJC), a Polícia Militar (PM), a Sema, o Ibama, a Sefaz, o NIF e a Ager MT, explicou, ainda em outubro de 2021, o inspetor Leonardo Ramos, à época chefe da 6.ª Delegacia.

A partir de agora, com a formalização do processo, que vai permitir que a estrutura seja instalada e doada à Superintendência Regional da PRF, terá início o processo de licitação. De acordo com o secretário da Cidade, Ednilson Oliveira, a estrutura está orçada em R$ 748.152,39.

“Sabemos o quão necessária é esta benfeitoria, e estamos cumprindo todos os ritos necessários para, efetivamente, poder tornar realidade este projeto que vai facilitar o trabalho da nossa PRF, tão importante em ações de fiscalização e, principalmente, nas atividades focadas na prevenção de acidentes e resgate de vidas”, destacou o prefeito, agradecendo o trabalho do Legislativo para a viabilização deste processo.

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Ações de melhoria na infraestrutura da unidade da PRF em Sorriso

Além da cobertura, que será construída por uma empreiteira terceirizada, a Prefeitura, com equipes próprias, efetuou, no ano passado, ações de melhoria no prédio da 6.ª Delegacia, assim como paisagismo e na iluminação do local. A entrega oficial da intervenção no prédio ocorreu no dia 26 de abril de 2022.

Localizada no Km 733 da BR-163, sentido Sorriso – Lucas do Rio Verde, a unidade passou por remodelação do layout interno, ganhou nova pintura, iluminação externa com luminárias em LED, novos móveis, persianas e um jardim.

Para tanto, mais que a disponibilização da equipe de servidores da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Semosp), da equipe de paisagismo do Horto Municipal Sebastião Almeida da Silva, assim como de mão-de-obra de reeducandos via Projeto Mão Amiga, a empreitada também contou com a destinação de recursos via Fundo Municipal de Segurança Pública (Fumsep), e ainda de devolução de parte do duodécimo pela Câmara de Vereadores. O Conselho de Segurança Pública (Conseg) também atuou no processo.

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Além da intervenção promovida pela Prefeitura de Sorriso, a reforma da unidade contou com o aporte de R$ 1,5 milhão via Rota do Oeste, o que resultou em melhorias e ampliação da delegacia, da sala de instrução e da unidade operacional.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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