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Raízes do Eco Sorriso se espalham em várias áreas

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Programa da Prefeitura tem como foco a sustentabilidade

Ampliar os galhos e espalhar as raízes. Pouco a pouco, as ações do programa municipal Eco Sorriso seguem avançando para outras esferas e mudando, muito a muito, paradigmas quando o assunto é sustentabilidade.

Ontem mesmo (quarta-feira, 24 de maio), a equipe do Eco Sorriso promoveu ações de educação ambiental no Colégio Regina Coeli, da rede privada educação. Com o “ir além dos muros das escolas da rede pública”, que já contam estas ações desde o início do programa, lá em 2019, a equipe busca consolidar a ideia de que promover a gestão de resíduos de maneira ambientalmente correta é tarefa de casa de todo mundo.

Ah, e a tarefa de casa não fica apenas para a criançada não. Para ter um exemplo, na sexta-feira passada (19 de maio), o público do Eco Sorriso foi composto pelos cabelos de prata do Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCI).

Contribuir com coleta seletiva, por exemplo, não garante só um futuro para as próximas gerações, mas também promove um presente mais limpo e mais saudável para a geração de agora mesmo. Sim. Quando tudo está limpo, fica bem mais difícil para insetos se proliferarem. Ou seja, menos casos de doenças facilmente evitáveis, como dengue, zika, chickungunya, por exemplo.

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E por isso, ontem mesmo, quem também falou com os alunos do Regina foi a coordenadora da Vigilância em Saúde Ambiental da Secretaria de Saúde e Saneamento, Claudete Damasceno.

A ampliação das ações é feita nas diversas frentes de atuação do Eco Sorriso. Ao mesmo tempo em que são adubadas (com biofertilizante) atividades de educação ambiental, são também semeadas novas ações com vistas à correta destinação de resíduos. “No dia 5 de junho, por exemplo, o campus do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), vai também passar a ser um ponto de coleta de óleo de cozinha usado”, antecipa o coordenador do programa, Diogo Martins.

Atualmente, é possível encontrar unidades do LEVO (Local de Entrega Voluntária de Óleo), em todas as unidades escolares da rede municipal de Educação, assim como o Centro Educacional São José, outra escola da rede privada que também partilha das ações do Eco Sorriso.

Sobre o Eco Sorriso

O Eco Sorriso, que nasceu em 2019, conta atualmente com coleta seletiva de resíduos recicláveis porta a porta em 42 bairros da cidade (cerca de 70% do Município); os já citados pontos do LEVO; educação ambiental, além dos ecopontos para a entrega de recicláveis.

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Tem mais ainda: as unidades escolares contam com biodigestores, de modo que o resto das merendas vira biogás e biofertilizante. Com isso, a meta é ser a primeira rede pública do Brasil a ser “Escolas Lixo Zero”.

O Paço Municipal também colocou em prática, no ano passado, o “Gabinete Lixo Zero”, que, junto com a Estação da Sustentabilidade, estimula servidores e visitantes a fazer da reciclagem uma nova opção de vida.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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