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Sorrisenses conferem modelos de residenciais verticais e núcleos habitacionais, em São Paulo

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Prefeito Ari Lafin e comitiva conhecem imóveis em diferentes configurações que podem servir de referência ao empreendimento que está em processo de licitação, em Sorriso

Na manhã desta terça-feira, em São Paulo, o prefeito Ari Lafin acompanhado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico de Sorriso, Cláudio Oliveira; o vice-presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sorriso (Aces), Cesar Schevinski e o subprefeito do Distrito de Boa Esperança, Calebe Francio foi conhecer imóveis em diferentes configurações como núcleos habitacionais e residenciais verticais, prontos e entregues e em fase de execução como o complexo de dez condomínios totalizando 2.300 apartamentos. Neste local quem recebeu os sorrisenses foi o Engenheiro Civil, Humberto Andrade que apresentou o empreendimento e explicou detalhes de cada fase da obra, elucidando todas as dúvidas e questionamentos.

Em visita ao Residencial Bella Flora, em Embu das Artes, com o total 425 unidades quem representou a construtora foi o diretor de captação de novos negócios e novas áreas, Carlos Brosco. Ele mostrou as casas que serão entregues completas, num bairro planejado, com toda infraestrutura. “Resultado de uma parceria do Governo do Estado, Prefeitura e Governo Federal, através do Programa Minha Casa Minha Vida. Sendo a contribuição do Governo do Estado no valor de R$ 13 mil, já a parceria do Município refere-se a demanda social que encaminha clientes do Minha Casa Minha Vida do Governo Federal. A partir da assinatura do contrato com a Caixa Econômica Federal (CEF), o prazo de entrega é de vinte e quatro meses”, explica Brosco.
Em Sorocaba, a visita foi no residencial que está sendo construído no distrito de Aparecidinha.

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O prefeito Ari destaca a importância de conhecer diversos imóveis residenciais que poderão servir de base no Município. “Estamos conferindo como são os apartamentos e casas que atualmente estão sendo construídos em outros estados para adequarmos aos projetos que serão executados em Sorriso”, destaca.

“Neste momento, o processo licitatório que definirá a Empresa para projetar e construir mil apartamentos, em Sorriso, por meio da parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado, via MT Par, está em fase de julgamentos – análise documental. Por isso estamos buscando modelos de imóveis que se adaptem a nossa realidade, no empreendimento composto com sala, dois quartos, cozinha, banheiro social e área de serviço, com área construída em torno de 47 m², do Programa Ser Família Habitação, disposto na Lei Estadual nº 11.587 de 26 de novembro de 2021 e demais legislações aplicáveis ao caso” concluiu o gestor.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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