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Arte, Justiça e História: Sarau celebra Marechal Rondon e lança revista jurídica em Cuiabá

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Na última sexta-feira (28 de novembro), a Escola Superior da Magistratura Desembargador João Antônio Neto (Esmagis-MT) realizou a 7ª edição do Sarau Prosa, Poesia e Justiça – Edição Marechal Cândido Rondon, reunindo magistrados, autoridades do sistema de justiça, convidados e familiares em um encontro marcado pela integração social e valorização da arte.

O evento, conduzido pela vice-diretora da Esmagis-MT, desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, teve como objetivo promover um espaço cultural e didático, com apresentações literárias, musicais e reflexões sobre a história e legado do homenageado: o engenheiro militar e sertanista Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, ícone da exploração no Estado de Mato Grosso e na Bacia Amazônica Ocidental.

“Eu tenho a alegria e a honra de abrir esse evento, o Sétimo Sarau, em que o nosso caro diretor da Escola da Magistratura, desembargador Márcio Vidal, escolheu como homenageado o Marechal Cândido Rondon.

Foto do des. Márcio Vidal. Um homem de meia-idade com barba grisalha e óculos de armação preta está em close-up, falando em um microfone. Ele veste um blazer cinza risca de giz sobre uma camisa social branca, com um pin dourado na lapela.Durante alguns meses, os dedicados servidores dessa escola se esforçaram na coleta de referências sobre a vida, os feitos, a obra e o legado de Marechal Rondon. Esse é um momento de encontro, acima de tudo, entre magistrados, literários e toda a comunidade jurídica. Então, temos muito prazer em receber os convidados que vieram até aqui e estamos felizes por esse momento. O Sarau é uma doação da escola, é uma amostra de uma personalidade e, acima de tudo, é um momento para que nós estejamos juntos”, afirmou a magistrada.

Foto de Antônio Amorim. Uma cena de evento em ambiente interno, onde um homem de camisa azul está discursando em um púlpito ao centro da sala. Uma plateia de costas, composta por várias pessoas sentadas em cadeiras de encosto dourado, assiste à apresentação.Presente ao evento, o diretor-geral da Esmagis-MT, desembargador Márcio Vidal, destacou que o Sarau busca promover o resgate da cultura, “que é tão útil e nos alimenta a alma”. Segundo o magistrado, os encontros visam cultuar a história e a herança deixada por grandes nomes que nasceram nesse território, como é o caso de Marechal Rondon. “Ele deixou sua marca e é reconhecido internacionalmente. Que o exemplo dele nos alimente a esperança de que nós podemos também contribuir com dias melhores. Temos o privilégio de nascer nesse território, nós temos que, evidentemente, aplaudi-lo! E termos sempre a esperança de que cada um pode fazer algo para contribuir com a sociedade mato-grossense.”

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A programação apresentou a vida e obra de Rondon, com a participação do familiar Antônio Amorim, que trouxe relatos sobre sua trajetória, e do advogado Sebastião Ferreira Leite, que apresentou as realizações do sertanista. A emoção tomou conta do público com a declamação da poesia “Rondon: Silêncio Orgânico de Flores”, escrita pelo poeta Silva Freire, feita por sua filha, Larissa Silva Freire Spinelli, diretora-geral da Casa Silva Freire.

Na oportunidade, a desembargadora Helena Ramos leu uma carta escrita de próprio punho pelo cientista Albert Einstein para o Comitê Nobel Norueguês, sobre a relevante atuação de Marechal Rondon no Brasil, a quem considerava merecedor de um Nobel da Paz por seu trabalho de integração desenvolvido junto às populações indígenas.

O Sarau contou ainda com a apresentação do vídeo institucional produzido pela Coordenadoria de Comunicação do TJMT sobre a vida do marechal. A música também teve espaço especial com a interpretação da canção “Terra de Rondon”, do artista João Manoel de Mato Grosso, pela cantora Simone Duarte.

Assista neste link ao vídeo. https://esmagis-mc.tjmt.jus.br/esmagis-arquivos-prod/cms/ESMAGIS_MT_HOMENAGEIAMARECHAL_CANDIDO_RONDON_MOBILE_6f10971f99.mp4

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Lançamento da Revista Jurídica

Durante o evento, foi lançada a segunda edição da Revista Jurídica “Interface Direito e Sociedade”, publicação virtual da Esmagis-MT em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) – campus Cáceres.

A revista, criada em 2024, busca fomentar a pesquisa e a reflexão crítica sobre as interfaces entre Direito e sociedade. A entrega simbólica do exemplar impresso foi feita pela desembargadora Anglizey ao diretor-geral da Esmagis-MT, desembargador Márcio Vidal, e representantes das universidades parceiras.

Integram o conselho diretor da publicação: Profª. Mestre Anglizey de Oliveira (editora-chefe), Prof. Dr. Antônio Veloso Peleja Júnior (editor-científico), Prof. Dr. Carlos Eduardo Silva e Souza – UFMT e Profª. Drª. Maria Cristina Martins de Figueiredo Bacovis – Unemat (editores-assistentes).

Clique neste link para acessá-la. https://direitoesociedade.tjmt.jus.br/

Apresentação de obra jurídica

Outro destaque foi a apresentação do livro “Magistratura, Modernidade e Ordem Democrática”, do juiz Antônio Paulo da Costa Carvalho, que

aborda temas como a construção ou reconstrução da democracia e o papel criativo dos magistrados na construção da ordem jurídica.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576

Autor: Lígia Saito

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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