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Calouros de Direito da UFMT participam de aula de acolhimento na Escola da Magistratura

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Na segunda-feira (13 de maio), os calouros da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) participaram de uma aula magna de acolhimento realizada na sede da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT).
 
Na oportunidade, eles foram recepcionados pelo juiz coordenador das atividades pedagógicas da Esmagis, Antônio Veloso Peleja Júnior, que é docente nessa mesma faculdade.
 
O magistrado, que deu as boas-vindas aos alunos em nome da diretora-geral da Esmagis-MT, desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos, ressaltou que a recepção dos calouros da UFMT representa uma oportunidade singular para a apresentação do Poder Judiciário, do funcionamento da instituição e da função precípua desse Poder.
 
“Os jovens precisam ser cativados e compreender a importância da função julgadora na resolução das lides, tanto pela sentença quanto pelos meios adequados de solução de controvérsia”, assinalou.
 
Conforme o coordenador pedagógico da Escola, o acolhimento da Esmagis-MT aos estudantes, em um diálogo pedagógico e construtivo, alinha-se com os desideratos da instituição, de promover continuamente o fomento do conhecimento.
 
Já o diretor da Faculdade de Direito da UFMT, Carlos Eduardo Silva e Souza, acompanhou os alunos e contou que o curso de Direito foi o primeiro curso superior ofertado em Mato Grosso, e que recentemente completou 90 anos. “O curso de Direito antecede a existência da própria Faculdade de Direito. Foi o primeiro curso e, por muitas vezes, o único a receber o selo OAB Recomenda. No próximo mês, eu, o professor Welder, que é o diretor-adjunto, e mais uma aluna indicada pelo Centro Acadêmico iremos até Brasília, no Conselho Federal da OAB, receber mais uma vez esse selo da OAB, que é uma conquista da comunidade acadêmica, ou seja, professores, servidores, técnicos, terceirizados e, principalmente dos alunos”, afirmou Souza.
 
Aos novos alunos, o professor pontuou que eles têm a missão de honrar a história do curso de Direito da UFMT, que se destaca em diferentes rankings universitários. Ele também agradeceu a receptividade da Escola Superior da Magistratura, e parabenizou pelo trabalho desenvolvido. “Quero parabenizar pelo trabalho excepcional que vem desenvolvendo durante todas as gestões dessa escola e do Tribunal também”, enfatizou, destacando as diversas oportunidades de cursos que são abertos ao público, inclusive aos acadêmicos de Direito. “Fica aqui não só nossa gratidão por nos receber de forma tão especial, mas também por viabilizar todas essas oportunidades. Quero parabenizar por este trabalho belíssimo que vem desenvolvendo.”
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Imagem 1: fotografia colorida onde aparece uma ampla sala, repleta de estudantes sentados. À direita, no púlpito, aparece o juiz Antônio Peleja. Ele é um homem de pele morena, cabelos grisalhos, que usa terno cinza. Imagem 2: fotografia do juiz Antônio Peleja falando ao púlpito. Imagem 3: fotografia do professor Carlos Eduardo no púlpito. Ele é um homem de pele branca, cabelos escuros, que veste camisa branca e terno cinza. Fala ao microfone.
 
Lígia Saito
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Entenda a sua audiência: Saiba como funciona um Tribunal do Júri

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Está no ar mais uma edição da série “Entenda a sua audiência”, iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Laboratório de Inovação – InovaJusMT e da Coordenadoria de Comunicação, que busca aproximar a Justiça da sociedade com a disponibilização de vídeos que explicam o funcionamento dos diversos tipos de audiência judicial. Neste episódio, o tema é “Tribunal do Júri”, que já pode ser conferido no canal do TJMT no Youtube.
A iniciativa utiliza linguagem simples e inteligência artificial para produzir vídeos e cartilhas informativas de fácil compreensão, com o objetivo de disseminar conhecimento sobre os direitos dos cidadãos relativos ao acesso à Justiça, facilitando a experiência da pessoa que vivencia a situação de participar de uma audiência.
Vale destacar que a série Entenda a sua Audiência é uma das duas produções do TJMT finalistas no Prêmio Nacional de Comunicação e Justiça 2026, promovido pelo Fórum Nacional de Comunicação e Justiça (FNCJ), na categoria “Iniciativa de IA”. A premiação reconhece iniciativas de todo o país que fortalecem a comunicação pública, valorizam a transparência institucional e aproximam o Sistema de Justiça da sociedade.
Episódio “Tribunal do Júri”
Neste vídeo, você fica sabendo cada detalhe do funcionamento do Tribunal do Júri, um tipo de julgamento em que a decisão fica nas mãos da sociedade, representada pelos jurados, que são cidadãos comuns, de reputação ilibada.
Previsto na Constituição Federal de 1988, o Tribunal do Júri julga crimes dolosos contra a vida, ou seja, quando a pessoa tem a intenção de matar ou assume o risco de causar a morte, como são os casos de homicídio doloso, feminicídio, vicaricídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio, infanticídio, aborto criminoso. A tentativa desses tipos de crimes também pode ser julgada pelo Tribunal do Júri, bem como os crimes conexos.
O vídeo também explica quem são as pessoas que participam do Tribunal do Júri, como o juiz ou juíza, que conduz a sessão de julgamento e fixa a pena, se houver condenação; o (a) promotor (a) de justiça, que representa o Ministério Público e apresenta a acusação; a assistente de acusação, que pode representar a família da vítima, quando houver; o advogado, que faz a defesa do réu ou da ré; o réu ou a ré, que é a pessoa acusada de cometer o crime; as testemunhas, que contam ao júri o que viram, ouviram ou sabem sobre o caso. Por fim, os (as) sete jurados são cidadãos comuns convocados para participar do julgamento.
Até mesmo o roteiro de uma sessão do Tribunal do Júri é explicado no vídeo, desde a convocação de 25 jurados (as), dos quais sete são sorteados para atuarem no julgamento até o proferimento da sentença.
Os direitos e deveres dos jurados também são abordados, como a obrigatoriedade de comparecimento e a garantia da folga no trabalho nos dias de participação na sessão do Tribunal do Júri. O voto dos jurados é secreto e sua imagem deve ser preservada, ou seja, nomes e imagens não podem ser divulgados ao público.

Autor: Celly Silva

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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